Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

ASSINE
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
ASSINE
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Assine A Tribuna
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo

PAINEL

Água e azeite

| 03/04/2020, 07:37 h | Atualizado em 03/04/2020, 07:46
Painel

Folha de São Paulo

Siga o Tribuna Online no Google

Google icon

Apesar da troca de afagos entre João Doria (PSDB-SP) e Lula (PT) nas redes sociais nesta quinta (2), a chance de uma união de líderes partidários, especialmente de ex-presidentes da República, é quase zero, avaliam políticos. Não por falta de tentativas.

Nas últimas semanas, governadores e senadores se movimentaram para articular um encontro, escrever um manifesto ou criar um gabinete paralelo a Jair Bolsonaro por causa da crise do coronavírus. Fracassaram até agora.

#Chatiado - Em suas últimas declarações, Lula tem reclamado de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). O petista ainda mostra amargura por nunca ter sido defendido na Lava Jato pelo tucano, mesmo sabedor de sua honestidade, segundo suas palavras.

Pé atrás - Tarefa tão ou mais difícil seria colocar em um mesmo ambiente, ainda que virtual por causa do isolamento social, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB). O emedebista chegou ao maior cargo do país após ter sido um dos líderes do movimento de impeachment da petista, de quem era vice.

Eu contra eles - Lula e Temer se falaram pela última vez, segundo relatos, uma semana antes do processo de afastamento de Dilma, em 2016. Além disso, há uma avaliação de que a união dessas lideranças ajudaria o discurso de polarização de que Jair Bolsonaro se alimenta.

Quer tc? - Fora a movimentação nas redes sociais, o ex-presidente e Doria não se falaram e não marcaram encontro. Causou estranheza, entre petistas que sabem da resistência com FHC, o aceno de Lula ao governador de São Paulo, que várias vezes o ofendeu, chamando-o de presidiário e pedindo que ficasse muito anos na prisão.

Mesmo barco - Apesar de a chance ser considerada pequena, governadores continuam tentando. Wellington Dias (PT-PI) lidera o movimento e ainda considera possível uma futura união. Mesmo que não estejam em contato, o petista afirma que todos os ex-presidentes têm demonstrado disposição em ajudar na crise do coronavírus, dando suporte dos mais variados.

Seleção - Dos que já ocuparam o cargo, o ex-presidente José Sarney é o que tem melhor trânsito dos dois lados. Ele mantém conversas com Lula e, durante a crise do coronavírus, tem falado bastante com FHC.

Flashes - O coronavírus alçou o ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde) de subcelebridade da internet a principal nome do debate político nas redes sociais, superando os outrora superministros Sergio Moro (Justiça) e Paulo Guedes (Economia).

Showman - No levantamento feito pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas", da FGV, desde a última terça (25), quando Bolsonaro se referiu ao coronavírus como gripezinha, Mandetta recebeu 615,3 mil menções no Twitter, vindas de todo o espectro político, da esquerda à direita –até então ele não chegava nem a 20 mil/mês. Moro teve 246,1 mil e Guedes 189,5 mil.

Ex-amor - No ano passado, Moro teve 3 milhões de citações/mês só no Twitter, e agora virou coadjuvante. Já Guedes, que não tem conta na rede, recebeu forte crítica. De 20 tuítes com mais compartilhamentos, apenas 5 foram da base pró-governo (parlamentares alinhados repercutindo medidas). As demais foram de rejeição ao ministro e a suas ações.

Resposta - Citado por Bolsonaro em live na porta do Palácio da Alvorada na tarde desta quinta (2), o governador catarinense Carlos Moisés (PSL) rebateu dizendo que "não é hora de discurso político".

Prioridades - "Estamos falando da preservação de vidas. Estamos falando de retomada de atividades com critérios técnicos e colocando a vida em primeiro lugar", disse.

Modelo - Investigados têm sido "ouvidos" por escrito por procuradores por causa do coronavírus. O método, que é uma exceção, ganhou o apelido de regra Queiroz.

Original - Fabrício de Queiroz, o famoso ex-assessor de Flávio Bolsonaro, nunca compareceu para prestar depoimento ao MP-RJ no caso da investigação de rachadinha e mandou sua versão dos fatos por escrito.

TIROTEIO

"O mesmo vírus que separa as famílias é o vírus que une. Agora virou o LulaDoria. Não estou entendendo mais nada."

De José Luiz Datena (MDB), apresentador de TV, sobre os afagos trocados pelo petista e pelo governador tucano nesta quinta-feira (2).

SUGERIMOS PARA VOCÊ:

Painel

Painel, por Folha de São Paulo

ACESSAR Mais sobre o autor
Painel

Painel,por Folha de São Paulo

Painel

Folha de São Paulo

Painel