Síndrome fúngica
Coluna foi publicada nesta sexta-feira (16)
Gabriela Rebello
Gabriela Rebello é nutricionista, especialista em saúde feminina, estética, nutrição esportiva e comportamento alimentar. Colunista de A Tribuna, professora e coordenadora do curso de Nutrição em instituição de ensino superior, integra o quadro de nutricionistas do Hospital Albert Einstein na Grande Vitória, unindo ciência, prática clínica e cuidado humano.
Uma fatia de pão de forma, que fica muito tempo guardado, pode levar a formação de um bolor com uma cor verde característica, típico de alimento mofado, e que pode contaminar todo o restante do pacote com micro toxinas. Você sabia disso?
As micro toxinas são substâncias liberadas por fungos e que não conseguimos visualizar a olho nu, mas que podem causar a tão conhecida síndrome fúngica. Ou seja, não consuma nenhum alimento (amendoim, pasta de amendoim, frutas, legumes, dentre outros) que já tenha começado a mofar.
Mesmo que você retire a parte “embolorada”, o que sobra também está contaminado por fungos e por suas micro toxinas.
E fungos fazem mal à saúde: as suas toxinas dentro do nosso corpo podem desencadear um quadro de disbiose intestinal em que os fungos no nosso organismo estão em quantidade maior do que o normal.
Sinais como o aparecimento de doenças autoimunes como tireoidite de hashimoto, psoríase, artrite reumatóide, lúpus, fibromialgia, enxaqueca, micoses, infecção urinária, queda de cabelo, cansaço crônico e constante, necessidade exagerada por doce, corrimento vaginal (candidíase), ansiedade, língua esbranquiçada, hipoglicemia, distúrbios intestinais e excesso de gases, são um sinal de alerta de que você precisa cuidar da sua alimentação e tratar uma possível síndrome fúngica instalada.
Para evitar que isso aconteça, siga as dicas da nutri: mantenha uma alimentação de qualidade, rica em fibras (brócolis, couve, couve flor, repolho, acelga) e nutrientes (biomassa de banana verde, o psillium, chia) e que mantenha a sua saúde intestinal; evite na alimentação o consumo de açúcar e álcool;
Reforce a hidratação; mastigue bem os alimentos; use probióticos de acordo com as orientações da sua nutricionista.
Insira na sua rotina alimentar fitoterápicos com ação antifúngica, como alho, cebola, chá de frutas vermelhas, óleo de coco, própolis, orégano, chá verde, alecrim, cranberry, pólen, chá de unha de gato, equinácea, gengibre, cravo da índia, boldo e alcachofra.
Use suplementos como NAC, selênio, silimarina, astragallus, glutamina, probióticos dentre outros.
Além disso, só use medicações (anticoncepcionais, imunossupressores, antibióticos, laxantes s corticóides) com a devida orientação médica, pois também podem contribuir para a disbiose.
E lembre-se: alimento estragado deve ser descartado por completo.
Para evitar o desperdício e o descarte de alimentos mofados, faça lista de compras e calcule melhor as quantidades antes de ir às compras, armazene da maneira correta e, se mesmo assim, achar que vai sobrar comida na geladeira, faça um pré-preparo e congele.
Por fim, o mais importante, que é agendar uma consulta com um nutricionista que lhe ajudará a diagnosticar de maneira correta a síndrome fúngica e a estabelecer um plano alimentar adequado para as suas necessidades.
Com pequenas mudanças na alimentação e nos hábitos, manteremos o organismo saudável e a síndrome fúngica fica bem longe de nossas vidas.
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Saúde não é moda, é construção diária. Nesta coluna semanal, você vai entender como alimentação, comportamento, emoções e estilo de vida impactam seu corpo e sua mente. Reflexões práticas, ciência aplicada e estratégias reais para viver com mais equilíbrio, energia e consciência.