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Gilmar Ferreira

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Colunista

Gilmar Ferreira

Os supertimes...

| 20/08/2021, 11:08 11:08 h | Atualizado em 20/08/2021, 11:11

Tem chamado atenção a forma como Atlético/MG, Flamengo e Palmeiras marcam seus oponentes. Resgataram o antigo sistema individual e abriram mão da vigilância por setor – ou por zona. Jogam em verdadeiras caçadas ao chamado “homem da bola” e essa intensidade fez dos times de Cuca, Renato Gaúcho e Abel Ferreira os semifinalistas da Libertadores, e os candidatos à conquista do título do Brasileirão.

E, considerando o grau de complexidade de seus confrontos, é difícil mensurar quem deixou melhor impressão: o Atlético/MG nos 3 a 0 sobre o River Plate, tendo vencido o jogo de ida por 1 a 0; o Flamengo nos 5 a 1 sobre o Olimpia, tendo goleado na ida por 4 a 1; ou o Palmeiras nos 3 a 0 sobre o São Paulo, depois do 1 a 1 no Morumbi.

E é até cruel fazer do sistema de marcação o ponto forte destes times, sendo eles compostos por jogadores tão qualificados.

Mas a eficiência na modelo defensivo é tão gritante que salta aos olhos nos duelos entre os times mais competitivos. Fato que está não apenas diretamente ligado ao desenvolvimento da capacidade física dos jogadores, como nas ideias que sustentam a elaboração dos sistemas de jogo.


Por isso, reparem, os clubes em questão se fortalecem nas estruturas físicas e humanas, oferecendo a técnicos e jogadores a ciência e a maior experiência possível na gestão de trabalhos competitivos. Significa dizer que a disputa entre Atlético/MG, Flamengo e Palmeiras vai muito além do campo e bola.

Fora de série
A busca pelo modelo de jogo mais adequado para os times talvez seja hoje a discussão mais emblemática do futebol. Claro está, no entanto, que a escolha não passa só pelo orçamento ou pela qualidade do elenco. Mas por convicções bem aplicadas.

Defesa
Ao analisar a ascensão do Botafogo nas últimas sete rodadas sa Série B, lembrei-me das palavras de Enderson Moreira a Aydano André Mota em entrevista publicada no O Globo.

“Sempre priorizo a preparação da defesa, porque o ataque demanda mais tempo”. E o que vemos? A média de gols sofridos que nos últimos sete jogos antes da estreia de Enderson era de 1,7 por jogo caiu para 0,28....


Já?
Se não conseguir quem lhe financie de dois a três reforços de peso, o Vasco terá dificuldades para ascender à Série A. E se não voltar à divisão principal neste ano, terá ainda mais dificuldades financeiras. Com um mês de clube, o técnico Lisca já emite sinais de desgaste, e parece a um passo de jogar a toalha. Vejamos.

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