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Gilmar Ferreira

Gilmar Ferreira

Colunista

Gilmar Ferreira

O “Caldiola”

Coluna foi publicada no domingo (17)

Gilmar Ferreira | 18/03/2024, 11:53 11:53 h | Atualizado em 18/03/2024, 11:52


Imagem ilustrativa da imagem O “Caldiola”
Carlos Vitor, treinador do Nova Iguaçu |  Foto: Divulgação / FERJ

Se chegar num dia de treino no “Laranjão da Baixada” e perguntar para a garotada que assiste ao treino do Nova Iguaçu pelo Carlos Alberto Carreiro de Carvalho será difícil encontrar quem te leve ao treinador que trouxe o time da camisa laranja à semifinal do Estadual do Rio. Na intimidade do lugar, o técnico de 52 anos é o “Caldiola”, apelido carinhoso que recebeu do ex-atacante Andrezinho, de Vasco, Internacional e Flamengo, que só chama Carlos Alberto de “Cal”, e não de Carlos Victor.

É para mim um dos mais interessantes personagens desta edição do Estadual do Rio. Ex-meia revelado nos juniores do Campo Grande no início dos anos 90, assinou seu primeiro contrato com o Nova Iguaçu e ali fez sua carreira. Ganhou o sobrenome “Vitor” por ter sido levado para o clube pelo vice-presidente Vitor Meirelles.

O “Carlos indicado pelo Vitor” virou Carlos Vitor e fincou morada no clube. Quando parou de jogar, fez os cursos da CBF e foi crescendo nas divisões de base até chegar ao profissional.

Carlos Vitor não tem ainda a licença Pro, mas seu time mostra padrão tático interessante. Tanto que as sete vitórias em 12 jogos do Estadual incluem uma sobre o próprio Vasco (2 a 0,) adversário desta tarde, no Maracanã. Aliás, um confronto que ofuscou até o Fla-Flu, na semifinal deste sábado (16). O time de Carlos Vitor empatou com o Sub-23 do Flamengo e com o Botafogo, e só perdeu para o Fluminense.

“E ainda assim por não ter podido contar com Yago e Carlinhos, um dos artilheiros do campeonato”, ele me lembra.

Há seis temporadas seguidas no comando técnico do elenco, ele diz ter achado irrelevante toda a polêmica sobre a opção do clube de mandar o jogo no Maracanã. Ainda que seja de novo diante de 60 mil vascaínos.

“Vantagem nós tiraríamos se o jogo fosse aqui no Laranjão: grama alta, campo pesado e nossa torcida fazendo a pressão. Raulino de Oliveira e Maracanã, dá no mesmo…”

Ou seja: é como se quisesse alertar que a presença do Nova Iguaçu na semifinal não é obra do acaso, mas do trabalho bem estruturado.

Gosto disso. O “Laranjinha da Baixada” está com autoestima elevada. E ao demonstrar ser capaz de segurar o Vasco de Ramón Díaz pela terceira vez, levará de novo para o icônico palco a torcida dos rivais vascaínos. Se não de forma presencial, no inconsciente de cada jogador.

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