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Gilmar Ferreira

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Colunista

Gilmar Ferreira

Minhas impressões

| 22/03/2021, 09:54 09:54 h | Atualizado em 22/03/2021, 09:59

Vasco e Botafogo têm três vitórias, cada, em 2021. O Vasco em 17 jogos, o Botafogo em 16. Rebaixados à Série B, sem receitas substanciais para montar times virtuosos e confiáveis, os dois levam a campo jogadores esforçados, que se entregam com mais transpiração do que inspiração.

Por isso ficaram no 1 a 1, ontem à noite, em São Januário, no segundo clássico deste Carioca meio sem gosto, liderado pelo Volta Redonda. Mas é algo provisório.

Logo, Flamengo e Fluminense mostrarão em números a diferença que os separa dos demais...

Vasco 1 x 1 Botafogo
O time de Marcelo Chamusca sofreu o seu primeiro gol, em cinco partidas sob o comando do novo técnico. E este talvez seja o ganho mais visível do novo trabalho visando à disputa da Série B.

O sistema de jogo do Botafogo é competitivo, com proteção dos volantes à dupla de zagueiros, laterais mais presos à linha de quatro defensiva e dois pontas abertos.

Um jogo reativo, com tentativa de saída rápida para o ataque que combina muito com o futebol praticado na Série B.

O Vasco de Marcelo Cabo tem jogadores mais habilidosos, mas as formações que têm ido a campo ainda não têm um padrão. Tão pouco homogeneidade no padrão físico. O treinador testa alguns juniores, dá um pouco mais de chance a outros jovens promovidos no ano passado e tenta construir uma base que o ajude na construção do time.

Flamengo 4 x 1 Resende
Rogério Ceni optou por ver de cima a atuação de jogadores que já o ajudaram na conquista do Brasileiro e que serão importantes num futuro bem próximo. Porque ele sabia que não seria um confronto, propriamente dito.

O jogo da última sexta-feira foi mais uma movimentação tática para os reservas. Um treino muito bem aproveitado pelo lateral Matheuzinho e pelo atacante Rodrigo Muniz, autor de dois gols.

Na quarta-feira tem clássico com o Botafogo. Seria outro bom teste para os aspirantes rubro-negros...

Bangu 0 x 1 Fluminense
Observador, Roger Machado testou um sistema de jogo sem um centroavante fixo, com alternância de posições na fase ofensiva. Era o jogo ideal.

O time do técnico Marcelo Marelli tem forte bloco defensivo escorado na experiência do volante Marcelo Mattos e para furá-lo, em fase de pouco lastro físico, o Fluminense precisaria de criatividade. E ela veio com a presença de Paulo Henrique Ganso na área. Algo que pode se repetir ao longo da temporada.

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