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Gilmar Ferreira

Gilmar Ferreira

Colunista

Gilmar Ferreira

Minhas Impressões...

| 01/03/2021, 09:45 09:45 h | Atualizado em 01/03/2021, 09:48

A temporada de 2020 ainda não terminou para Grêmio e Palmeiras que ontem fizeram a primeira das duas partidas que apontarão o campeão da Copa do Brasil. Mas a temporada 2021 já começou em vários estados, com a bola voltando a rolar amanhã à noite para os cariocas. Flamengo recebe o

Nova Iguaçu no Maracanã e mesmo com jogadores sub 23 a mesclar o time sub-20 nas duas primeiras rodadas o bicampeão do Rio não encontrará resistência para celebrar o sexto tricampeonato de sua história.

Aliás, esta deverá ser a tônica desta edição do Carioca que terá aquela versão mais enxuta: todos contra todos em pontos corridos, com o clube de maior número de pontos somados levando o título da Taça Guanabara e os quatro de melhor colocação fazendo a semifinal.

Fla-Flu

Por tudo o que vimos no Brasileirão, com as quedas de Botafogo e Vasco e a redução de receitas também para os pequenos, difícil não que seja um torneio polarizado pela dupla Fla-Flu, com jogos de baixo nível técnico, como em anos anteriores.

Mas, apesar de toda precariedade, o charme dos estaduais ainda mexe com a paixão dos torcedores.

E é em respeito a este sentimento que se busca a perpetuação de um campeonato que perdeu relevância no novo século.

Laboratório

De uns anos para cá, com o calendário futebolístico preenchido pelas competições da CBF e da Conmebol, os estaduais passaram a ser encarado como um laboratório.

E teriam maior glamour se as federações que os promovem nos grandes centros incentivassem o uso de jogadores aspirantes.

Mas, não. Pelo contrário. No caso do Rio de Janeiro, por exemplo, a entidade que o promove (Ferj) exige que a partir da terceira rodada os clubes utilizem seus principais jogadores.

Para Vasco e Botafogo, que não disputarão as copas continentais, não será problema. Flamengo e Fluminense, no entanto, envolvidos com Libertadores, terão o desconforto já vivido no segundo semestre de 2020.

Se pudessem utilizar os times sub-23, estaria se abrindo espaço para a renovação de talentos, dando novo verniz.

Transmissão dos jogos

Este ano, os clubes experimentarão a possibilidade de transmitirem os jogos por venda de assinatura em seus próprios canais.

É aposta no futuro, mas com preço muito alto a ser pago. No contrato rompido com a TV Globo, os grandes clubes garantiam receita líquida em torno de R$ 13,5 milhões.

No acordo com Rede Record, só para a TV aberta, sobrará, por ora, cerca de R$ 450 mil para cada um. Fora expectativa de incremento com patrocínios e venda de assinaturas. Os pequenos terão de se contentar com a queda de R$ 3 milhões para R$ 200 mil.
 

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