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Gilmar Ferreira

Gilmar Ferreira

Colunista

Gilmar Ferreira

Minhas impressões

| 26/10/2020, 11:08 11:08 h | Atualizado em 26/10/2020, 11:10

Os asteriscos na tabela indicam a diferença no número de jogos disputados e embaçam a leitura, tanto na parte de cima, habitada por Flamengo e Fluminense, como na de baixo, por onde Botafogo e Vasco trafegam. A intensidade dos times tem feito a diferença e se há algo já perceptível é o fato de que os mais felizes serão aqueles mais bem preparados para suportar o desgaste físico. Os jogadores que conseguem escapar das lesões musculares estão terminando as partidas aos frangalhos.

Pela quantidade de jogadores de excelente qualidade em seu elenco, o Flamengo começa a se fazer um favorito de fato...

Internacional 2 x 2 Flamengo

Duelo tático dos melhores já vistos neste turno. Eduardo Coudet repetiu a postura dos 2 a 0 sobre o Vasco e quase conseguiu os três pontos: marcação alta nos primeiros 45m, construção de vantagem e duas linhas de quatro (as vezes uma de cinco) no segundo-tempo.

Mas o time rubro-negro tem muitos mais recursos que seu rival carioca. E tem o artilheiro Pedro numa forma exuberante.

Porque não é só fazer gols como o primeiro do Flamengo, tomando a bola do oponente, partindo para cima e a “colocando” no canto de Marcelo Lomba.

Não, não é só isso: o ex-reserva de Gabigol prende mais de um adversário na marcação, dribla curto e rápido como um pivô do futsal, ocupa os lados para projetar a infiltração dos meias, e está sempre bem colocado na área. O time gaúcho conseguiu vantagem mínima, mas não teve pernas para defendê-la.

Até conseguiu levar perigo, acertando a trave. No entanto, sofreu tanta pressão, com a bola rondando sua pequena área nos últimos 30 minutos de jogo, que acabou Everton Ribeiro acabou empatando. Um 2 a 2 justo, obtido por um Flamengo desfalcado de Arrascaeta, Bruno Henrique, Gabriel Barbosa, Diego e Rodrigo Caio.

Fluminense 3 x 1 Santos

O placar talvez expresse uma falsa superioridade, mas a vitória do Fluminense sobre o time de Cuca foi superação de um time competitivo sobre um adversário frio e racional.

O Santos teve mais posse de bola, mas seus jovens jogadores não encontraram espaços para encaixar os ataques com a dupla Soteldo e Marinho.

E acabou surpreendido em jogadas aéreas, alternativa que Odair Hellmann desenhou para suprir a carência ofensiva do Fluminense, que hoje lamenta os quatro pontos perdidos nos empates com Atlético/GO e Ceará.

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