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Gilmar Ferreira
Gilmar Ferreira é jornalista esportivo com passagem por veículos como O Dia, Jornal do Brasil, Lance! e Extra. Reconhecido por sua apuração e análises sobre futebol, foi também comentarista da Rádio Globo. Atualmente, é colunista do jornal Tribuna e do Tribuna Online, onde escreve sobre clubes, bastidores e o cenário do futebol brasileiro.
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A goleada imposta pelo Athletico/PR colocou o Botafogo de John Textor num lugar incômodo. E não se trata só da zona de rebaixamento. Com a derrota no jogo atrasado da quinta rodada da Série A do Brasileiro, o clube manteve-se com seis pontos, agora em sete partidas, que é a pior campanha neste recorte desde os cinco pontos somados em 2016. Sem um comando efetivo na gestão, sem um treinador e no Z-4 pela quarta rodada consecutiva, o Botafogo parece preso à 2024 - o melhor ano de sua história.
Athletico/PR 4 x 1 Botafogo
Em tese, o time que o interino Rodrigo Bellão levou à Arena, em Curitiba, parecia o ideal para surpreender o Athletico de Odair Hellmann: a defesa experiente, protegida por um volante também mais rodado, e uma linha média formada por Medina, Santi, Montoro e Martins, jogadores leves e ágeis.
Na frente, um improdutivo Arthur Cabral. Foi só tese, mesmo. Erros individuais minaram o todo e o Botafogo foi em campo o que tem sido fora dele: um coletivo desconectado e sem alma.
Colômbia 1 x 3 França
Talvez, agora, depois dessa derrota dos colombianos para os reservas de Didier Deschamps, os mais afoitos refaçam as análises sobre o desempenho do time de Carlo Ancelotti na derrota por 2 a 1 para a França, na última quinta-feira, em Boston.
Porque, já frisei, eram quatro reservas entre os seis da linha defensiva da seleção brasileira - cinco em sete, com a presença de Ederson no gol. No último jogo dos franceses nesta Data-Fifa, o técnico escalou um time distinto daquele que venceu o Brasil, completamente reserva, com destaque para a dupla Doué (2) e Thuram, autores dos gols. E ainda assim a França se impôs com facilidade, fazendo três gols em 56 minutos.
E não atribua tal fato à fragilidade da seleção de Árias, Luiz Diaz e Jayme, dirigida pelo argentino Nestor Lorenzo. Nada disso: o time que perdeu (1 a 2) para Croácia, de virada, na mesma quinta-feira (26), não se intimidou - tentou medir forças, mas não deu conta.
Foi a 176ª partida sob o comando de Didier Deschamps em 14 anos. E até aqui foram 30 derrotas - 17%. É como se a França fizesse doze jogos por ano e só perdesse dois.
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