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Luiz Trevisan

Tribunal de Contas busca rumo para Cais das Artes

17/10/2021 16:16:38 min. de leitura

Obra paralisada desde 2015 na Enseada do Suá, o Cais das Artes segue sem rumo para a conclusão. Agora é o Tribunal de Contas do Estado que tenta uma solução junto ao Ministério Público, Tribunal de Justiça e o consórcio de empresas que tocava a obra. O governador Renato Casagrande diz que aguarda “uma solução para o impasse e possível retomada da obra”. A Procuradoria-Geral do Estado cita: há seis processos em tramitação relativos à obra, que já consumiu R$ 127 milhões. Estima-se mais de R$ 70 milhões para concluir o projeto do arquiteto Paulo Mendes da Rocha. A despesa de manutenção mensal também é alta.

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Tribunal de Contas do Espírito Santos Foto: Leone Iglesias/ AT
 

Planos B e C

Com o Cais das Artes ainda distante, o governo projeta alternativas nesta área. É o caso da restauração do Clube Saldanha da Gama, em Vitória, adquirido pelo Estado, para instalar ali a Casa do Turismo Capixaba, museu virtual, área gastronômica e sede da Fapes (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo). Outro espaço é o Parque Cultural Casa do Governador, na residência oficial da Praia da Costa, que tem o primeiro evento agendado para a próxima quinta-feira (veja acima).

MULHERES INCRÍVEIS – As portas do Parque Cultural Casa do Governador, na residência da Praia da Costa, serão abertas na próxima quinta-feira, às 17 horas, para lançamento do livro “Mulheres Capixabas Incríveis”. Organizado pelo Coletivo Delas, destaca mulheres empreendedoras e ousadas que “abriram caminhos”, conforme a curadora Ana Coeli Piovesan.  São homenageadas, entre outras, as cantoras Maysa e Nara Leão, cronista Carmélia M. de Souza, atriz Darlene Glória, jornalista Glecy Coutinho e Verônica da Pas, mentora do Museu do Negro. Em março de 2022, o local terá exposições de arte com acesso mediante agendamento.

Mestre de Aracruz

Para convidados, será exibido no próximo dia 5, no auditório do Senai, em Aracruz, o documentário sobre o professor e escritor José Maria Coutinho, que em vida foi notório defensor das comunidades indígenas e causas ambientais do município. 

Sensoriamento remoto

A Ufes montou em Jerônimo Monteiro estrutura de pesquisa para sensoriamento remoto dos recursos naturais. Foram gastos R$ 1 milhão em equipamentos. Entre eles, drone de última geração e câmera hiperespectral, que custou mais de R$ 300 mil. É capaz de produzir imagens de plantas na região  invisíveis ao olho humano.

Universidade do Sul?

Junto ao Conselho Superior da Ufes, é latente a rejeição à criação da Universidade do Sul, a partir dos centros de Jerônimo Monteiro e Alegre. Defendida por deputados bolsonaristas, e o próprio Presidente, é vista como “fragmentação”. Há quem compare à criação de mais municípios, pois gera novas estruturas e despesas.

Volta ao presencial

O retorno presencial de servidores da Assembleia Legislativa desagradou a alguns, mas fez a alegria de muitos, principalmente daqueles que no remoto eram demandados a todo instante. Uma taquígrafa da Casa exaltou: “Foi restabelecida a rotina, o horário, o olho no olho”.

Crise no prato

Autor de sambas antológicos, Zé Keti já entoou: “Se não tem carne, eu ponho um osso na sopa e deixo andar...” Soa atual, nesta crise onde ossos são vendidos e pés de galinha viram iguaria.

CURTA

RUMO À ESCÓCIA. Governador Renato Casagrande embarca rumo à Escócia, no próximo dia 29. Participa da conferência sobre mudanças climáticas, evento da ONU. 

NO EGITO. A juíza Patrícia Neves se aposentou e foi passear no Egito. Entre pirâmides e barcos pelo Rio Nilo, realiza antigo sonho de consumo. E alegra os amigos postando imagens nas redes.   

LIVRO DE COLATINA. Olney Braga lança na próxima quarta-feira, na biblioteca municipal Professor Telmo Motta Costa, seu livro “Colatina: Ontem, Hoje e Sempre no Meu Coração”.

ESCRAVIDÃO. O artista e performer capixaba Geovani Lima mostra a exposição “As pessoas de 482 anos”, no ATAL 609, Campinas (SP). Tema aborda o início e tempo da escravização no Brasil. 

FILOSOFIA NA PANDEMIA. “A PEC 5 é o novo vírus mortal para o Ministério Público”. Entreouvido em evento híbrido da OAB-ES.

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