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TSE terá de responder se os senadores podem fazer coligações

| 13/05/2022, 10:56 10:56 h | Atualizado em 13/05/2022, 10:56

O procurador-geral eleitoral, Paulo Gonet, deu sua opinião no último dia 10: as chapas de candidatos a governador podem ter mais de um senador. Segundo políticos e advogados, o entendimento dos ministros do TSE não será diferente. Até porque, em 2014, isso ocorreu em diferentes Estados, como no Amapá. A dúvida que resta, porém, é se esses candidatos ao Senado poderão caçar seus próprios aliados e formar coligações completamente diferentes das amarradas pelos candidatos a governador. Isso abrirá negociações paralelas e pode resultar em mais rachas na já difícil amarração tentada tanto por Luiz Inácio Lula da Silva quanto por Jair Bolsonaro na construção de seus palanques estaduais.

FIAÇÃO. Exemplo é o Rio, onde Alessandro Molon (PSB) disputa com André Ceciliano (PT) a vaga de candidato ao Senado na chapa de Marcelo Freixo (PSB). Caso ambos se lancem candidatos, Molon já tem o apoio da Rede e negocia com o Psol. Já Ceciliano não esconde a atração por Cláudio Castro (PL).

UNIDOS. A dúvida deriva de consulta ao TSE feita pelo deputado Delegado Waldir (União-GO). “As eleições para governador e senador são autônomas, por isso não vejo motivos para impedir coligações distintas”, diz Rafael Carneiro, professor do IDP.

FORA. Apoiadores de Bolsonaro não aprovam os acenos de Ceciliano a Cláudio Castro. “Ele é do PT e (por sua influência) a base do governo Castro está fazendo campanha para Lula”, diz Clarissa Garotinho (União-RJ). Ela também acusa o chefe de gabinete de Castro de atuar pelo PT por ter sido filiado à sigla

DE NOVO. Rivais de João Doria dentro do PSDB insistem em tentar incluir os nomes de Eduardo Leite e Tasso Jereissati nas pesquisas para escolher o candidato da terceira via. PSDB e MDB combinaram de contratar medições qualitativas e quantitativas para chegar a um consenso. Aécio Neves pilota a investida anti-Doria.

PLANILHA. O PSD segue indefinido sobre quem apoiará na disputa presidencial. Gilberto Kassab diz que os 12 diretórios estaduais que já opinaram são os que tinham a “situação mais fácil”, agora faltam os difíceis - como MG e SP - e, por isso, a resposta vai demorar.

MUDO. Diplomatas palestinos fazem hoje um ato em homenagem à jornalista Shireen Abu Akleh, morta na cobertura de um confronto com tropas de Israel. O Itamaraty não comentou o caso. EUA, UE e ONU pedem investigação independente.

TOUR. Empresas de turismo náutico que atuam no Lago Paranoá, onde bolsonaristas farão uma “lanchaciata” no domingo, fizeram promoções para atrair apoiadores do Presidente que não têm lanchas ou jet-skis para participar.

BAIXOU. Uma empresa anuncia que cobrará R$ 80 (adultos) e R$ 30 (crianças) por um passeio de 4 horas durante a mobilização bolsonarista. Para quem estiver de verde e amarelo, os preços são R$ 60 e R$ 30.

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