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Coluna do Estadão

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Colunista

Estado de São Paulo

Tabata sinaliza que será neutra em eventual segundo turno

Coluna foi publicada nesta quinta-feira (02)

Roseann Kennedy, Eduardo Gayer e Augusto Tenório | 02/05/2024, 10:54 10:54 h | Atualizado em 02/05/2024, 10:55

Imagem ilustrativa da imagem Tabata sinaliza que será neutra em eventual segundo turno
Pré-candidata do PSB à Prefeitura de São Paulo, Tabata Amaral pretende se manter neutra em eventual segundo turno entre Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (Psol) |  Foto: Divulgação

A pré-candidata do PSB à Prefeitura de São Paulo, Tabata Amaral, indicou a aliados que só vai subir no próprio palanque nestas eleições municipais. Isso quer dizer que, em um eventual segundo turno entre seus rivais Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (Psol), cenário hoje desconsiderado pela deputada, ela ficará neutra. Nos bastidores, Tabata afirma que, caso sofra um revés no primeiro turno, começará a trabalhar no dia seguinte o seu nome para a próxima campanha municipal, de 2028. A sinalização da pré-candidata do PSB abre caminho para formalizar a aliança com o PSDB, que levaria a vice. Como revelou a Coluna, a promessa de neutralidade feita por Tabata, se ela estiver fora do segundo turno, é uma das condições para que os tucanos a apoiem.

Número 2. O PSDB continua negociando com Tabata, embora uma ala do partido prefira candidatura própria em São Paulo, com José Luiz Datena. A hipótese, porém, é vista com ceticismo diante do histórico de desistências do apresentador. Se o PSDB preferir apoiar Tabata, a ideia é ter Datena na vice ou o ex-senador José Aníbal, possibilidade que cresce a cada dia.

Como assim? O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, anda inconformado com as reclamações de Flávio Bolsonaro (PL), para quem o partido não deveria ter insistido na ação para cassar o senador Sergio Moro (União). “O pessoal esqueceu tudo o que Moro falou”, disse ele à Coluna.

Lembrança. Levantamento feito pelo PL registra as críticas de Moro ao então presidente Jair Bolsonaro. “Assim como Lula, Bolsonaro mente. Não é digno da Presidência”, escreveu o ex-ministro no Twitter, em 2022.

Vem cá. Ex-governador do Piauí, o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, negocia uma visita do presidente Lula a Teresina. A aposta no PT é que uma atenção especial do Planalto à capital daria o empurrão necessário para o partido vencer a corrida à prefeitura local pela primeira vez

Racha. Aliados, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e o ex-presidente Bolsonaro caminham para palanques diferentes na eleição em Goiânia. Caiado apoia a pré-candidatura a prefeito do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Sandro Mabel (União). Já Bolsonaro prefere o deputado Gustavo Gayer (PL).

Test drive. A eleição municipal testa a relação entre o ex-presidente e o governador, que quer apoio do bolsonarismo para ser candidato ao Planalto. Aliados de Caiado descartam rupturas em razão da disputa em Goiânia.

Não dá. O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, engrossa as críticas ao governo Lula após a ação no STF para suspender a desoneração da folha. “Não adianta olhar para a gestão fiscal da União e esquecer a dos municípios”, disse ele à Coluna.

Cifras. Ziulkoski afirma que os municípios também enfrentam uma grave situação nas contas. “O STF determinou a obrigatoriedade da creche em todo o País. Faremos, mas são R$ 120 bilhões para implementar. E a União vem brigar conosco por causa de desoneração?”, questionou.


Pronto, falei!

"O brasileiro que recebe um salário mínimo demora quase 3 anos para ganhar o que um ministro do STF recebe no mês. É urgente acabar com os penduricalhos” - Tadeu Barros, diretor Centro de Liderança Pública

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