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Estado de São Paulo

Racha no PSL ameaça o governo em CCJ

| 13/12/2019, 08:57 08:57 h | Atualizado em 13/12/2019, 09:09

A cisma no grupo parlamentar responsável pela eleição de Jair Bolsonaro ameaça tirar do governo federal o controle da poderosa Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

Partidos de centro (não alinhados automaticamente ao Planalto) e de oposição querem impedir que o sucessor de Felipe Francischini (PR) seja do PSL, até agora a maior bancada da Casa, mas em litígio com o grupo prontinho para migrar para o Aliança pelo Brasil. Pelo colegiado, passam os projetos vitais para o Executivo, como, por exemplo, todas as reformas.

Como era. No governo Michel Temer, por exemplo, a CCJ foi comandada por dois emedebistas.

Fila. Três partidos pleiteiam o comando da comissão em 2020. Mesmo rachado, o PSL quer o controle da CCJ. Diz ter sido parte de um acordo com Rodrigo Maia no início do ano.

Fugiu... A disputa pela liderança do PSDB na Câmara começou a envolver outros partidos. Aliados de João Doria tentaram convencer o deputado Guilherme Mussi, do PP-SP, a não retomar o mandato hoje.

...de... Assim, Miguel Haddad (PSDB), que é suplente e vota em Beto Pereira (MS), o candidato de Doria, permaneceria na bancada. Como o PP não aceitou, o grupo do governador mirou no deputado Eli Corrêa Filho, do DEM. O pedido é para que ele se licencie do mandato a partir de hoje.

...controle. Na outra ponta, a ala ligada a Aécio Neves diz estar com uma lista de 16 nomes fechados com Celso Sabino (PA) para apresentar ainda hoje ou na segunda-feira e formar maioria se Mussi voltar e Corrêa Filho não sair.

O ministro da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, durante o lançamento do novo Portal da Transparência do governo federal.
O ministro da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, durante o lançamento do novo Portal da Transparência do governo federal. |  Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
CLICK. O ministro da CGU, Wagner Rosário (foto), e Michael Breslin, superintendente da Sabesp, na premiação do Empresa Pró-Ética 2018-2019.

London calling. ACM Neto, prefeito de Salvador, quer passar uma temporada no Reino Unido quando terminar o mandato. A ideia é se afastar um pouco da política e aprimorar o inglês.

Repúdio. Da vereadora paulistana Janaina Lima (Novo-SP) sobre Adilson Amadeu (DEM) ter se referido a Daniel Annenberg (PSDB) como “judeuzinho filho da p...”: “Sou contra toda manifestação antissemita e antidemocrática. Essa Casa não pode perder a capacidade de dialogar”.

Xi... Jair Bolsonaro não gostou do teto de R$ 10 milhões da Lei Rouanet para projetos musicais anunciado por Roberto Alvim em SP. Cogitou desmentir o secretário. Paulo Skaf teve de entrar no circuito, com três telefonemas, para acalmar o Presidente.

Efeito. A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) avalia que a criação do juiz de garantia pelo pacote anticrime provocará a necessidade de ampliação do número de magistrados e também poderá amplificar desigualdades se não for adotada em todas as esferas e em todo o território.

Alto custo. Para a entidade, a criação do juiz de garantia será de difícil operacionalização e com capacidade para onerar ainda mais o Orçamento do Judiciário. Por isso, defende o veto do presidente Jair Bolsonaro.

Práticas. Após avaliação, 26 empresas foram aprovadas e reconhecidas pela Controladoria-Geral da União (CGU) como Empresa Pró-Ética 2018-2019, entre elas a Sabesp, a única de saneamento na lista. O prêmio incentiva o combate a fraudes e à corrupção.

Pronto, falei!

Sobre a homenagem a Kim Jong Un

"Lamentável a moção de louvor ao ditador da Coreia do Norte, feita pelo vereador do Psol, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro”.

João Amoêdo, presidente do Novo

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