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Coluna do Estadão

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Colunista

Estado de São Paulo

Governos de Lula e de Tarcísio em disputa por agronegócio

Coluna foi publicada nesta quarta-feira (20)

Roseann Kennedy, Eduardo Gayer e Augusto Tenório | 20/03/2024, 10:57 10:57 h | Atualizado em 20/03/2024, 10:56

Imagem ilustrativa da imagem Governos de Lula e de Tarcísio em disputa por agronegócio
Lula (PT) e Tarcísio de Freitas (Rep.) devem travar disputa política no palco da Agrishow |  Foto: ETTORE CHIEREGUINI/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO

A maior feira agropecuária do País, a Agrishow, promete ser, mais uma vez, palco de disputa política entre os governos Lula (PT) e Tarcísio de Freitas (Republicanos). O evento deste ano será de 29 de abril a 03 de maio, em Ribeirão Preto (SP), e terá um ingrediente a mais para a queda de braço: entregas aos produtores rurais. O secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Guilherme Piai, lançará no evento o programa estadual de irrigação, demanda do setor em meio às mudanças climáticas. Serão linhas de crédito facilitadas para a compra de equipamentos. A notícia chegou a Brasília e o entorno do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, já se organiza para também fazer anúncios na feira do interior paulista. Oficialmente, a pasta não se pronunciou.

Tática. Apesar das crises com o agro, o Planalto aposta no pragmatismo para fisgar um naco do setor, nos últimos anos alinhado ao bolsonarismo. “Fávaro conseguiu abrir 98 novos mercados para produtos agrícolas brasileiros. Ele, certamente, vai ganhar um prêmio internacional”, afirmou o presidente Lula na reunião ministerial.

Lembrete. Em 2023, Fávaro sentiu-se “desconvidado” para a Agrishow pela participação de Jair Bolsonaro. Neste ano, confirmou presença e quer levar a tiracolo o vice-presidente Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo.

Reação. O governo Lula quer conter a narrativa, propagada por bolsonaristas, de suposta omissão federal sobre exploração sexual de crianças na Ilha de Marajó, no Pará. Na terça-feira (19), o ministro dos Direitos Humanos, em evento na região, anunciou que haverá uma campanha de combate a tais crimes.

Eita. O ministro da Educação, Camilo Santana, e o relator do Novo Ensino Médio na Câmara, Mendonça Filho (União), quase foram às vias de fato em uma reunião sobre a matéria, na segunda-feira (18). O clima esquentou e houve socos na mesa. No fim, um pediu desculpa ao outro.

Deixa disso. À Coluna, Mendonça não negou o tom elevado, mas minimizou o episódio. “Eu respeito o ministro. Nossas diferenças são ideológicas sobre educação. O jogo está zerado.” Camilo não comentou. O principal ponto de discórdia entre eles era a carga horária para a formação básica, como antecipou a Coluna.

Desfecho. Na terça-feira (19) à noite, porém, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), interveio no cabo de guerra. Ficou acertado que Mendonça vai ceder à proposta do MEC de 2.400 horas de formação básica, em vitória para Camilo, mas fará alterações no relatório sobre o ensino técnico.

De olho. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, intensificou a articulação pela PEC de autonomia financeira da autarquia. Na terça-feira (19), ele e três diretores do BC estiveram com o relator do projeto, senador Plínio Valério (PSDB). Como revelou a Coluna, Campos Neto começou a negociar a PEC sem ouvir o governo Lula.

Consultas. Por sugestão do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), Valério deve se reunir, nos próximos dias, com dois ex-presidentes do BC, Arminio Fraga (1999-2002) e Henrique Meirelles (2003-2010).


Vodcast ‘Dois Pontos’ | O tema desta quarta são os 100 dias de Milei

"Milei precisa exportar a outros países, mas arruma briga com a China, com o Brasil... É um delírio ideológico. De onde virão os dólares para dolarizar a economia?” - Carla Beni, economista e professora da FGV

"Milei parece interpretar vitória na eleição como um cheque em branco para fazer o que quiser, governar sem o Congresso e apertar botão de reset do país” - Matheus de Oliveira, doutor em Relações Internacionais

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