Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

ASSINE
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
ASSINE
tempo 20°C VITÓRIA
User Login
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Assine A Tribuna
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo

COLUNA DO ESTADÃO

“Governo não pode usar mercado de carbono como política arrecadatória”

Coluna foi publicada nesta segunda-feira (27)

Roseann Kennedy, Eduardo Gayer e Augusto Tenório | | Atualizado em
Coluna do Estadão

Estado de São Paulo


          Imagem ilustrativa da imagem “Governo não pode usar mercado de carbono como política arrecadatória”
Presidente executivo da ABBI, Thiago Falda, afirma que o mercado de carbono não pode virar uma política arrecadatória do governo federal |  Foto: Divulgação/ABBI

O governo Lula tem pressa para aprovar o projeto de regulação do mercado de carbono. Mas, a incerteza sobre o destino dos recursos que serão arrecadados gera preocupação entre deputados e provocou manifestação da Associação Brasileira de Bioinovação. O presidente executivo da ABBI, Thiago Falda, afirma que o mercado de carbono não pode virar uma política arrecadatória do governo federal. Em entrevista à Coluna do Estadão e ao Broadcast Político, ele propõe a criação de um fundo para gerir os recursos arrecadados e usar a verba pra financiar o desenvolvimento e implementação de tecnologias. “Daí você gera um ciclo virtuoso. Arrecada, desenvolve e implementa. Se não for assim, a gente corre um sério risco de perder competitividade”, destaca.

MUDANÇAS. A ABBI apoia o projeto de regulação do mercado de carbono, mas quer ajustes no texto. "Da forma como está hoje no texto que veio do Senado, o dinheiro iria para a União. E aí se perde. O ideal é que esse recurso seja carimbado e direcionado exclusivamente para contribuir para a descarbonização", diz Falda. O Planalto quer ver o projeto aprovado antes da COP-28.

ENVIADO. O secretário nacional de Justiça, Augusto Botelho, chefia a delegação brasileira que participa, entre esta segunda (27) e quarta-feira (29) em Genebra, Suíça, da reunião do Conselho da Organização Internacional para as Migrações (OIM), fórum vinculado à ONU.

PERFIL. Filiado ao PSB, Augusto Botelho é cotado para assumir o Ministério da Justiça caso o atual chefe da pasta, Flávio Dino, seja indicado pelo presidente Lula ao STF. Na semana passada, Botelho recebeu por indicação de Lula uma comenda do Itamaraty.

FICOU... O relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024, o deputado Danilo Forte (União-CE), sinalizou a interlocutores que deve rejeitar a emenda que limita os investimentos do governo Lula em estatais. O parlamentar não é exatamente contrário à ideia, mas observou que a redação desconsidera empresas públicas que dependem de repasses federais para prestar serviços estratégicos no Brasil.

...FORA. A emenda, do deputado Alberto Mourão (MDB-SP), define que o governo só pode transferir para empresas públicas 0,15% da receita primária líquida projetada para 2024.

TIME. O PT pediu reforço de ministros como Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Silvio Almeida (Direitos Humanos) e Paulo Pimenta (Secom) para o lançamento da pré-campanha do deputado Rogério Correia à Prefeitura de Belo Horizonte.

LIGEIRO. No dia 12 de dezembro, o partido vai lançar o movimento BH Pode Mais. Correia quer atrair o eleitorado de esquerda, pois o segmento também é disputado pela deputada Duda Salabert, pré-candidata pelo PDT. O PT tem esperança ainda de compor chapa com PSOL, Rede e PSB na capital mineira.


          Imagem ilustrativa da imagem “Governo não pode usar mercado de carbono como política arrecadatória”
ORIENTAÇÕES. O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, vai receber, nesta terça-feira, juristas e acadêmicos para o lançamento de um manual sobre arbitragem a ser distribuído a todos os integrantes do Poder Judiciário. O material foi elaborado pelo Comitê Brasileiro de Arbitragem |  Foto: Gustavo Moreno/STF

Pronto, falei!

"A Câmara dos Deputados tem de chamar o feito à ordem. A PEC não pode ser como o Senado votou, nem o STF pode ter como regra as decisões monocráticas." - José Guimarães (PT-CE), líder do governo na Câmara

SUGERIMOS PARA VOCÊ:

Coluna do Estadão

Coluna do Estadão, por Estado de São Paulo

ACESSAR Mais sobre o autor
Coluna do Estadão

Coluna do Estadão,por Estado de São Paulo

Coluna do Estadão

Estado de São Paulo

Coluna do Estadão