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Estado de São Paulo

Debate sobre 2024 influencia impasse na chapa de Haddad

| 21/07/2022, 11:01 11:01 h | Atualizado em 21/07/2022, 11:01

A antecipação de um embate previsto apenas para 2024 tem influenciado o impasse atual na campanha de Fernando Haddad (PT) ao governo de São Paulo. PSOL e PSB disputam espaço na chapa e pleiteiam a vaga de vice. As duas siglas também deverão protagonizar uma disputa pelo eleitorado de esquerda no pleito à Prefeitura de SP, daqui a dois anos. 

Guilherme Boulos (PSOL) e Tábata Amaral (PSB) são citados como os prováveis candidatos. Boulos já conquistou o apoio do PT à sua candidatura futura, em troca da desistência na eleição ao governo neste ano, mas não obteve a adesão do PSB. A inclusão do partido no acordo chegou a ser proposta pelo PSOL em Diadema, no dia 9, mas não prosperou diante da resistência no PSB.

PÁREO. A disputa pela vice está entre o presidente do PSOL, Juliano Medeiros, e Jonas Donizette (PSB), ex-prefeito de Campinas. Petistas insistem, porém, que o nome que mais agregaria a Haddad é o de Marina Silva (Rede). Além de não ser de nenhum dos dois lados, já concorreu à Presidência, assim como Haddad e Geraldo Alckmin (PSB), e tem bandeiras ambientais que conversam com a classe média.

DEADLINE. Petistas desejam resolver o impasse até sábado, quando os partidos que compõem a aliança em São Paulo fazem a convenção que formalizará as candidaturas paulistas.

PERDEU. Para a cúpula do MDB, a ala lulista do partido desperdiçou a chance de adiar a data da convenção. Na última sexta, em reunião da Executiva, da qual participam seis membros do time pró-Lula, ninguém se opôs à programação da data de apresentação de Simone Tebet.

SINAIS PARTICULARES. Simone Tebet, presidenciável do MDB
SINAIS PARTICULARES. Simone Tebet, presidenciável do MDB |  Foto: KLEBER SALES/ESTADÃO CONTEÚDO
 

CHATEADA. A ex-ministra Damares Alves (Republicanos) não vai à convenção do PL, no Rio, no domingo, que marca o lançamento oficial da candidatura de Jair Bolsonaro. A decisão ocorre após Damares ser preterida por Bolsonaro na disputa ao Senado no DF - o presidente optou pela ex-ministra Flávia Arruda (PL). Até o último instante, Damares dizia acreditar que o Presidente não iria interferir.

OCUPADA. A ex-ministra também afirmou que não será candidata a deputada federal, como deseja Bolsonaro. Questionada sobre o motivo de não ir à convenção, Damares disse que fará um procedimento médico.

SÓ UM. Na convenção, só Bolsonaro vai discursar. Michelle Bolsonaro também foi convidada a falar, mas ainda não respondeu se aceita. O plano de governo está nas mãos de Braga Netto, mas ainda será revisado por Flávio Bolsonaro e pelo presidente.

CLICK. Arthur Lira, presidente da Câmara (PP-AL), sem se manifestar sobre as acusações infundadas de Bolsonaro contra o sistema eleitoral, fez campanha ao lado da deputada Tereza Nelma, em AL.   

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- |  Foto: Reprodução/Redes Sociais
  

FAMA. Membros de 18 organizações, como Geledés e Instituto Vladimir Herzog, reunidas no Pacto pela Democracia, se reunirão com parlamentares dos EUA na semana que vem. Estão previstos, entre outros, o senador Bernie Sanders e o deputado Jamie Raskin, da comissão que apura a invasão do Capitólio.

FAMA 2. O grupo advoga pelo reconhecimento internacional imediato do resultado da eleição no Brasil e espera apoio do Congresso dos EUA ao sistema eleitoral brasileiro.

PRONTO, FALEI

"Muita coisa ainda pode acontecer. Se enganam os que pensam que o tempo da política obedece ao mesmo compasso do tique-taque normal dos relógios". Ciro Gomes, presidenciável do PDT

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