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Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

Colunista

Cláudio Humberto

Segurança vê ameaça de selvageria hoje

| 07/06/2020, 09:06 09:06 h | Atualizado em 07/06/2020, 09:16

Baseado em informações de setores de inteligência, o governo está preocupado com a segurança dos prédios dos ministérios da Educação e das Relações Exteriores, que podem sofrer ataques e depredação na manifestação de hoje contra o presidente Jair Bolsonaro.

Analistas de inteligência advertem que os dois prédios viraram alvos em razão das declarações polêmicas dos ministros, Abraham Weintraub e Ernesto Araújo, detestados pela oposição por se declararem de “direita”.

Já tentaram antes
Nos protestos de 2013, tentaram depredar e incendiar o Itamaraty (foto), sede do Ministério das Relações Exteriores, que guarda importante acervo.

Lei anacrônica
O problema é que, por lei, a Polícia Militar do Distrito Federal não pode fazer a proteção de prédios federais, tarefa da Força Nacional de Segurança.

PM na linha de frente
Os soldados da Força Nacional estarão a postos, hoje, mas como reserva das forças da PM local. Só entram em ação se o pau quebrar.

Camisas negras
No último domingo, manifestantes antibolsonaristas promoveram agressões e depredações, como ocorreu na estação do metrô da Avenida Paulista.

Morte “custa” pouco e Unimed recusa tratamento

O plano de saúde Unimed foi condenado a pagar indenização de R$ 10 mil, por danos morais, após recusar tratamento a uma cliente de Minas Gerais com câncer raro diagnosticado nas células musculares.

A vítima do leiomiossarcoma metastático morreu em decorrência da doença, e sua família processou a Unimed. Até o plano de saúde avaliou como risível a indenização de R$ 10 mil, por isso decidiu não recorrer da sentença. Saiu mais barato indenizar a família da vítima que pagar pelo seu tratamento.

Jurisprudência
A 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) mostra que a vida humana pouco vale, e seguiu o padrão em casos de recusa de tratamento por planos de saúde.

É a norma
Como planos de saúde, bancos são beneficiados pela Justiça: R$ 5 mil é a indenização padrão por inscrever indevidamente clientes no Serasa.

Sem resposta
Questionada pela coluna, a Unimed de Minas Gerais não explicou até o fechamento da edição a estratégia cruel e desumana contra a clientela.

Eles são os inventores
Políticos são chamados de mentirosos. Já em campanha, mentem contra adversários ou para conquistar votos. Um grupo desses profissionais da mentira quer definir o que é real e o que é “fake” nas redes sociais.

Boa coisa não é
Juristas como Fábio Medina Osório, ex-ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), desconfiam de projetos contra fake news, até porque a legislação é abundante na punição de crimes inclusive nas redes sociais.

Quem não é?
O assunto mais comentado no 3º e 4º andares do Planalto, na última sexta, não foi Covid-19, manifestação ou OMS, mas a demissão de Miguel Falabella da Globo. São numerosos os fãs do ator no centro do poder.

Cidadãos vigilantes
Em menos de uma semana, o “Corruptovírus” recebeu 40 denúncias de mau uso de recursos na pandemia. Segundo o Instituto Não Aceito Corrupção, as denúncias serão enviadas ao Ministério Público.

O que é ruim, esconde
A pelegada da CUT ligada ao “ramo financeiro” alega que o presidente Bolsonaro “ameaça bancos públicos”. Mas se calou quando os governos do PT aparelharam e roubaram fundos de pensão... e bancos públicos.

Bye, bye, Brasil
O grupo Delta Faucet, gigante dos metais e dona das marcas Delta e Brizo, anunciou dias atrás o encerramento das atividades no Brasil, após sete anos, para seguir “estratégia global” de economia.

Passos lentos
Pesquisa em 103 shoppings pelo País comprova que a reabertura ainda engatinha no âmbito financeiro. Segundo a Alshop, a circulação de pessoas caiu cerca de 60% e o faturamento despencou em até 70%.

“S” testa
O Sest/Senat vai realizar em todo o País testes rápidos de Covid-19 em 30 mil trabalhadores do transporte, entre 8 e 12 de junho. Serão caminhoneiros autônomos, motoristas profissionais, cobradores etc.

Pensando bem...
...sem Bolsonaro, nem Trump, à Organização Mundial de Saúde só vai restar a China e a cloroquina.

Poder sem pudor

Chá e sono pós-golpe

Dois dias depois do golpe militar de 1964, ainda vivendo incertezas, o presidente interino Ranieri Mazzili sumiu do Palácio Alvorada. Saiu com um assessor de confiança.

Soube-se depois que ele foi para um pequeno apartamento na Asa Norte de Brasília, onde morava Hamilton, seu barbeiro na Câmara dos Deputados. Foi entrando e perguntando: “Meu chazinho está pronto?”. Tomou o chá e dormiu, sentindo-se em segurança.

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