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Cláudio Humberto

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Colunista

Cláudio Humberto

Quase 50% são pessimistas sobre futuro de Bolsonaro

| 14/06/2020, 12:33 12:33 h | Atualizado em 14/06/2020, 12:36

Levantamento exclusivo Orbis/Diário do Poder mostra: quase metade dos brasileiros está pessimista em relação ao restante do mandato do presidente Jair Bolsonaro.

Para 49,6% dos 4.032 entrevistados, o governo será “ruim ou péssimo” até 2023. No entanto, há 30,5% que acreditam que os próximos anos serão “bons ou ótimos” e outros 15,3% têm expectativa “regular”. A pesquisa foi realizada entre 3 e 5 de junho.

O centro perde
Entre a pesquisa de 22 de maio e a atual, antes do vídeo da reunião ministerial, tanto a expectativa positiva, quanto a negativa, cresceram.

Desequilíbrio equilibrado
A expectativa de que o restante do mandato de Bolsonaro será “ruim ou péssimo” cresceu 1,5%. “Bom ou ótimo” cresceu 1,3%.

Entre as mulheres
Para 52,4% das mulheres, os próximos anos serão ruins ou péssimos e 25,7% delas acreditam que serão “bons ou ótimos”.

Diferenças regionais
O maior pessimismo em relação ao futuro do governo está no Nordeste (53,9% “ruim ou péssimo”). No Norte, 42,3% dizem “bom ou ótimo”.

“Comunicador”
nas Comunicações
vai dar problema
Tanto quanto os opositores, o presidente Jair Bolsonaro confundiu alhos com bugalhos, ao transferir sua comunicação social para o recriado Ministério das Comunicações. Um setor nada tem com o outro e, sob certos aspectos, são até conflitantes. A recriação do ministério confiado a Fábio Faria foi positiva para o governo, mas, se a extinta Secretaria de Comunicação Social (Secom) fracassou em suas atribuições, o melhor a fazer seria demitir o secretário Fábio Wajngarten e não “vender o sofá”.

Papel diferente
O Ministério das Comunicações trata de aspectos técnicos e regulação de radiodifusão, telecomunicações, internet, etc, e não de notícias.

Zero à esquerda (ops)
Wajngarten deveria divulgar ações do governo, mas falhou nessa tarefa e nem mesmo ajudou Bolsonaro em suas dificuldades com os veículos.

Questão de tempo
No Planalto a aposta é de que Wajngarten fica pouco tempo na secretaria-executiva do Ministério das Comunicações. Logo arrumará confusão.

Era um vexame
Dirigentes de empresas e da agência reguladora Anatel diziam que eram constrangedoras as reuniões com o ministro Marcos Pontes, quando ele cuidava das Comunicações. Nada entendia do assunto. Um vexame.

Ignorância
Sergio Moro também ignora o papel do Ministério das Comunicações, que chamou “Propaganda”, para insinuar semelhança com o homônimo da Alemanha nazista. Mas só confirmou seu desconhecimento.

Faltou lembrar
Sem destaque na mídia, o mundo passou de 4 milhões de curados do Covid-19. Além de serem mais da metade dos infectados, 98% dos ainda doentes têm infecções leves. Notícia boa não dá audiência?

Vai pra casa, Padilha
Ameaçado de demissão, amanhã, se os ônibus continuassem lotados, o secretário de Transportes da cidade de São Paulo, Edson Caram, demitiu-se na sexta. Em vez da dignidade de voltar para casa, concordou em permanecer no cargo até encontrarem substituto.

Repouso no campo
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, passa alguns dias no lugar que adora: sua fazenda em Correntes, no Piauí. Aproveitou a sexta-feira para cavalgar, curtindo a paisagem e o gado nelore de sua criação.

Que coisa feia
Iracema Portela (PP-PI) é mais uma deputada federal acusada do crime de “rachadinha”. Outra é Érica Kokay (PT-DF), mas o tempo passa e ela nunca é julgada, Sobrinha de Petrônio Portella, o ministro da Justiça da abertura política, Iracema é a ex do senador Ciro Nogueira (PP-PI).

São uns artistas
Reitora da UFRJ, Denise Pires de Carvalho, que é do tipo contrário à ideia oportunista de prorrogar mandatos de prefeitos e vereadores, defende prorrogar o mandato dos atuais reitores. Meu pirão primeiro.

Boa notícia
Para 52,7% de executivos latino-americanos, reduzir custos é o caminho para proteger empregos durante a pandemia, diz pesquisa PageGroup. Só 7,1% dos 3 mil executivos priorizaram a redução salarial.

Pensando bem...
...Wajngarten e Weintraub dão mais trabalho para o governo do que para quem escreve seus sobrenomes.
 

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