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Cláudio Humberto

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Colunista

Cláudio Humberto

Oxford indenizará família se morte derivar da vacina

| 22/10/2020, 09:23 09:23 h | Atualizado em 22/10/2020, 09:37

A morte do médico de 28 anos que participava dos testes da vacina de Oxford gerou uma preocupação inicial na equipe que conduz os estudos clínicos, além da repercussão negativa, por uma cláusula do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido assinado pelos participantes.
Pelo documento de 20 páginas, a universidade pagará indenização à família em caso de morte “cientificamente comprovada” decorrente da vacina.

Precaução
Para se antecipar, a universidade começou a entrar em contato com os voluntários e checar a situação de saúde, alguns dias antes do previsto.

Testes seguem
O comitê que revisa incidentes com voluntários não suspendeu o estudo como aconteceu no caso de uma reação adversa inexplicável há um mês.

Faz sentido
Muitos interpretaram a não suspensão dos estudos como indicativo de que o médico recebeu placebo, no caso de Oxford, vacina de meningite.

Tudo como previsto
Com o prosseguimento dos testes, os voluntários brasileiros terão que se apresentar no início de novembro para tomar a segunda dose da vacina.

Produtores
denunciam ANP por barrar venda direta
Produtores de etanol denunciaram a Agência Nacional do Petróleo (ANP) ao ministro Bento Gonçalves (Minas e Energia) por ignorar as diretrizes fixadas no início de junho pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), para implantar venda direta aos postos.

A ANP prefere ignorar o CNPE a desobedecer às distribuidoras, que não querem abrir mão do “cartório” que as beneficia, encarecendo o preço final do combustível. A ANP criou até “consulta pública” marota para manter tudo como está.

Evitando judicialização
Na ação, os Sindaçúcar de Pernambuco e Alagoas solicitam que o CNPE retifique o objeto da “consulta pública” da ANP, evitando a judicialização.

ANP só dá vexame
A decisão do conselho foi adotada em 4 de junho, mas até hoje a ANP age a serviço das distribuidoras, com medidas meramente protelatórias.

Manobra para não alterar
Malandramente, a ANP quer discutir em sua “consulta pública” a criação da figura do “distribuidor vinculado”, como exigem os atravessadores.

Kassio mandou bem
O ministro indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para o Supremo Tribunal Federal, Kassio Nunes Marques mandou bem, durante sua sabatina. Demonstrou saber jurídico, bom senso e visão política.

Apoio político
Kassio Nunes Marques foi aprovado por 57 votos no Senado para integrar o Supremo Tribunal Federal. Mais votos que os últimos dois indicados, Alexandre de Moraes (55) e Luiz Edson Fachin (52). Rosa Weber e Gilmar Mendes também foram aprovados por 57 votos.

Papel central
O Líder do Governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), teve papel central na aprovação de Kassio Marques para o STF. Articulador hábil, ele pavimentou o caminho para os 57x10 votos.

Questão semântica
Um dos motivos que levaram à confusão sobre a vacina da China contra o Covid foi que o governo federal queria um “protocolo de intenções” e o governador João Dória (SP) chamou isso de “contrato assinado”.

Vitória do governo
Chamou menos atenção, ontem, a aprovação no Senado, por 50 votos a 11, a indicação do presidente Jair Bolsonaro de Alexandre Costa Rangel para a diretoria da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Energia fake
Nos últimos anos, celebrou-se o mito que a “energia renovável superou combustíveis fósseis na Europa”. Fake: 70% do consumo de energia de países europeus vem de petróleo, gás ou carvão, segundo a Eurostat.

Mulheres em duas rodas
Os consórcios verificaram grande aumento da procura de novos clientes, apesar da pandemia. Muito se deve à busca por consórcios de motos por mulheres, que, segundo a BR Consórcios, subiu 91% em relação a 2019.

Pensando bem...
...quando a vacina vira assunto, tem gente que esquece a cueca... cheia de dinheiro.

Poder sem pudor

Vaia é aplauso
Autor de algumas das melhores frases da história da política brasileira, o ex-ministro Fernando Lyra considerava memorável a reação do ex-senador e ex-ministro Roberto Campos, ao ser tremendamente vaiado após uma palestra, no Rio de Janeiro: “A vaia é o aplauso daqueles que não concordaram.”

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