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Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

Colunista

Metade dos paulistanos admite eleger Russomanno

| 10/10/2020, 10:05 10:05 h | Atualizado em 10/10/2020, 10:07

Levantamentos realizados na cidade de São Paulo pelo Paraná Pesquisa, Ibope e Datafolha, mais recentemente, revelam que a situação do candidato Celso Russomanno (Republicanos) é melhor do que fazem parecer adversários e “analistas políticos”.

Com rejeição um pouco inferior à de Bruno Covas (PSDB), por exemplo, o Datafolha mostrou que, em hipotético segundo turno, quase metade do eleitorado paulistano (46%) admite votar em Russomano contra o atual prefeito tucano (40%).

Doria tira votos
Especialistas já identificam um fenômeno: parte da rejeição de Covas se deve a sua ligação ao governador tucano João Doria.

Vingança de eleitor
A rejeição “por tabela” pode favorecer Russomanno na disputa: parte do eleitorado parece querer “se vingar” de Doria negando voto a Covas.

Liderança se mantém
Na simulação de primeiro turno, Russomanno lidera com 27% (números semelhantes nas três pesquisas), seis pontos à frente de Bruno Covas.

Ainda fora do jogo
Guilherme Boulos (Psol) excitou a esquerda, indo de 9 para 12% (Datafolha), dentro da margem de erro, mas a rejeição é recorde: 59,8% (Paraná Pesquisa).

Bandidos são soltos duas vezes a pretexto da Covid
Em São Paulo, foram novamente presos pelas autoridades policiais 322 dos 5.777 presos liberados pela Justiça a pretexto da pandemia de Covid. Os 322 foram presos por crimes praticados após a liberação para cumprir prisão domiciliar provisoriamente. Dos 322 bandidos presos outra vez, 79 ganharam liberdade novamente, sob a mesma desculpa de pertencerem ao grupo de risco. A farra na liberação de bandidos, inclusive líderes de facções criminosas, ganhou proporção pandêmica naquele estado.

Livrando-se do problema
Juízes aproveitaram a indicação do CNJ para “dar atenção” ao problema dos presos do grupo de risco para promoverem a liberação em massa.

Desobediência?
Juízes que soltaram não mandaram recolher bandidos perigosos, mesmo após o presidente do CNJ, ministro Luiz Fux, impor limites à liberação

Era tudo uma mentira
Nivaldo Restivo, Secretário de Administração Penitenciária, revelou que o índice de contaminação nas prisões paulistas é menor que fora delas.

Frente fria de 37,8 graus
Habituado ao calor inacreditável do Piauí, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, brincou com as queixas do calorzão de 37,8 graus em Brasília. “É uma frente fria vinda do Piauí...”, disse ele.

Garantista tem limites
Ricardo Lewandowski é outro conhecido garantista no Supremo Tribunal Federal (STF), mas como é Bolsonaro o interessado no caso do depoimento presencial ou por escrito, não há garantia de nada.

Guerra de informação
Jornalista, o embaixador do Azerbaijão no Brasil, Elkhan Polukhov, reuniu colegas brasileiros pra explicar a versão do seu governo para o conflito com a Armênia. Após um café, já chamava a todos pelo nome.

Socialista de iPhone
Após interpretar um violento capitão do Bope e um traficante assassino, o ator Wagner Moura participou de live de Guilherme Boulos (Psol), onde assumiu o papel de celebridade milionária fazendo pose de socialista.

Porta de saída
O senador Álvaro Dias (Podemos-PR) apresentou projeto para que empresas que contratarem beneficiários do Bolsa Família possam ser dispensadas de pagar contribuições previdenciárias e sociais.

Em todo lugar
Em Brasiléia (AC), nove foram condenados por roubalheira. Ex-prefeitos, secretários municipais, vereadores e empresários pegaram mais de 49 anos por fraude em licitação, corrupção e organização criminosa.

Oportunidades de emprego
Presidente da Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab), Marcos Derzi está empolgado com a missão de garimpar oportunidades de emprego. Em três meses, ele já celebra o recorde nacional.

Pena de morte
Hoje é o Dia Mundial contra a Pena de Morte, que ganha cada vez mais adeptos. Dez países que mais aplicam a pena de morte são China, Irã, Arábia Saudita, Iraque, Paquistão, Egito, EUA e Somália.

Pensando bem...
...tivemos o setembro mais quente da História, outubro segue na mesma toada, mas ainda não disseram que a culpa é do Bolsonaro.

Poder sem pudor

Primeiro os que choram
Prefeito de São Paulo pela segunda vez, Jânio Quadros recebeu o então deputado mineiro Humberto Souto com todos os salamaleques: “A que devo a honra da visita?”

Souto foi direto ao ponto: “Virá a São Paulo um grupo de cantores mineiros. São jovens e têm dificuldades. A prefeitura não poderia dar uma ajuda financeira?”

Jânio respondeu: “É nobre o seu pleito, deputado, mas como posso ajudar àqueles que ainda cantam quando me faltam recursos para socorrer os que choram?” Humberto Souto sorriu e foi embora, de mãos vazias.

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