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Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

Colunista

Estados “no limite” só aplicaram 60% de suas doses

| 07/03/2021, 10:54 10:54 h | Atualizado em 07/03/2021, 11:20

Apesar da carta em que se declararam “no limite”, os governadores de 14 estados aplicaram só 60% das vacinas.

Foram disponibilizadas aos estados 6,07 milhões de vacinas, das quais foram aplicadas apenas 3,8 milhões, segundo a plataforma vacinabrasil.org, do Laboratório de Estudos Espaciais do Centro de Pesquisas Computacionais da Rice University, de Houston (EUA), que monitora a vacinação no mundo.

53% no Piauí
No Piauí de Wellington Dias (PT), do Fórum de Governadores, foram aplicadas apenas 108,3 mil (53%) das 206,6 mil doses disponibilizadas.

51% no Maranhão
No Maranhão do não menos falante Flávio Dino (PCdoB), foram 229.270 doses (51%) das 448.040 vacinas enviadas pelo Ministério da Saúde.

Bahia e Ceará
Das 1.111.200 doses disponibilizadas para a Bahia de Rui Costa (PT), só 58% foram usadas. No Ceará do petista Camilo Santana, 437 mil (62%).

Carta da oposição
Subscreveram a carta quatro governadores do PT, três do PSB, dois do MDB, e um do PCdoB, PSDB, PDT, DEM e PSD.

Acordo PSDB-PSL viabiliza novo “voo” de Aécio
O ressurgimento do deputado Aécio Neves (MG) como forte candidato a presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara não foi uma decisão pessoal, mas um acordo do PSDB com lideranças do PSL para assumir a comissão, hoje presidida por Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

O preço, entretanto, foi a garantia de não atrapalhar a eleição de Bia Kicis (PSL-DF) como presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Príncipe longe do reinado
O acordo parece não ter agradado Eduardo Bolsonaro, que queria fazer o deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP) seu sucessor.

Tudo certo
Apesar de não ter a maior bancada, o PSL ganha a cobiçada CCJ devido a complicado cálculo de proporcionalidade, que o PSDB não questionará.

Calma lá
Pegos de surpresa, os demais líderes não chegaram a um consenso e a eleição dos presidentes das comissões ficou para esta semana.

Insuficiência de votos
O Paraná Pesquisa desistiu de incluir o governador Flávio Dino (PCdoB) nas pesquisas de intenção de votos para presidente. Pudera: o político maranhense é pesado demais, nunca passou de 1%.

Vergonha custa caro
Além de provocar vergonha, a deputada Flordelis (RJ), aquela que circula com um adorno da PF no tornozelo, gasta cerca de R$ 110 mil mensais para remunerar assessores. Em nove meses, R$ 1 milhão.

Avanço brasileiro
A verdade dói nos negativistas, mas é preciso ser dita: afora os quatro grandes produtores (China, EUA, Reino Unido e Índia), nenhum país aplicou quantidade de vacinas maior que o Brasil, que atualmente está em 5º lugar entre as nações que mais vacinam sua população.

Um pouco de alívio
Após a crise de oxigênio, com pacientes morrendo na fila, o Amazonas ganhou um pouco de alívio: o número de leitos de UTI ocupados caiu para 87%. Faz muito tempo que o percentual não era tão “baixo”.

Preço elevado
O capricho irresponsável de Rodrigo Maia de reunir 3 mil pessoas para a eleição presencial na Câmara produziu os piores resultados: centenas de infectados e familiares de servidores em UTIs, alguns intubados.

Ciro vive de quê?
Ajudaria muito a melhorar o conceito do eterno candidato a presidente Ciro Gomes (PDT) explicar, afinal, como ele consegue pagar as contas no fim do mês. É um mistério que nem os pedetistas sabem explicar.

Um problema a menos
O isolamento provocado pela pandemia ajudou na negociação remota entre pessoas e empresas. Segundo a Acordo Certo, conflitos resolvidos na plataforma subiram de 1,2 milhão em 2019 para 4,2 milhões em 2020.

Sempre atrasados
O Senado criou, esses dias, após um ano de pandemia, a sua própria “comissão especial” para acompanhar a pandemia da Covid-19. Já existe uma comissão mista do Congresso e outra da Câmara.

Pensando bem...
...o grande legado da pandemia não será mais solidariedade ou sistema de saúde melhor, mas a hipertrofia de lacradores e demagogos.

Poder sem pudor

A lição do seu Francisco
Antes de ser condenado por ladroagem, Lula afirmava não existir alguém mais ético e honesto que ele. Nunca lembrou, por exemplo, de Francisco Basílio, humilde servidor da Infraero que devolveu US$ 10 mil perdidos por um turista no aeroporto de Brasília.

Levado ao Planalto para um factoide, seu Francisco ouviu Lula dar vexame: “...o normal era ele ficar com o dinheiro!” Do alto de sua dignidade, seu Francisco observou, humilde e firme: “Não, senhor... Eu não quero nada que não seja meu.” O inverso do então presidente, como se verificou na Lava a Jato.

Colaboram: André Brito, Jorge Macedo e Tiago Vasconcelos

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