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Cláudio Humberto

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Colunista

Cláudio Humberto

Compensação pelos 17% pune estados eficientes

| 18/06/2022, 10:20 10:20 h | Atualizado em 18/06/2022, 10:24

Ibaneis Rocha, governador do DF
Ibaneis Rocha, governador do DF |  Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasil
 

Governadores como Ibaneis Rocha (MDB), do Distrito Federal, estão muito pessimistas com o teto de 17% de ICMS sobre combustíveis e serviços essenciais, como energia elétrica. Ibaneis adverte que as prometidas compensações com a queda de arrecadação “nunca serão aplicadas” e que, a rigor, beneficiarão apenas estados muito endividados e com amortizações em atraso. Estes poderão abater suas dívidas. Os que arrumaram as finanças serão cruelmente punidos pela eficiência.

"Estamos perplexos”, Deputado Arthur Lira, presidente da Câmara, sobre novos aumentos nos combustíveis

Três exceções

As compensações beneficiarão estados com dívidas elevadas e parcelas em atraso, como Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Abate aqui

Estados com contas desarrumadas poderão usar os créditos da perda de arrecadação para abater dívidas. Os demais vão arcar com prejuízo.

Dever de casa

O governo do DF fez o dever de casa e tem dívida pequena, de R$ 1,2 bilhão, e seus pagamentos estão rigorosamente em dia. 

Verba bloqueada

Para enfrentar a situação injusta de perda de arrecadação, Ibaneis se viu obrigado a bloquear R$ 500 milhões em investimentos essenciais.

Mais de 50 jornalistas já morreram em fronteiras

A trágica morte do jornalista Dom Phillips, por mais que opositores do atual governo tentem atribuir-lhe a culpa, é fruto do crítico e arriscado exercício da profissão em áreas de fronteira que já vitimaram mais de 50 jornalistas nas últimas décadas, média de mais de dois por ano. 

Só na região entre Pedro Juan Caballero (Paraguai) e Ponta Porã (MS), foram cerca de 20 mortes, quase todas de jornalistas que, assim como Phillips, denunciavam a existência de um “estado paralelo” na região.

Sem repercussão

Ano passado, o jornalista brasileiro Léo Veras, do site Porã News, foi assassinado com 12 tiros dentro de casa, em Pedro Juan Caballero.

Tristemente recorrente

A cidade paraguaia tem até monumento em homenagem a jornalistas mortos e é considerada das mais inseguras do mundo para a profissão.

Esperar para ver

Apesar da PF afirmar que a morte de Dom não o teve envolvimento de traficantes, quem atua na região ainda não descartou essa hipótese.

E a gente pagando... 

Impressionaram as dezenas de viaturas policiais escoltando Lula, em Maceió, enquanto transeuntes gritavam “ladrão!”. A escolta era por medo das ruas ou pela bajulação do governo estadual. Ou ambas as coisas.

Pego na mentira

Após Lula jurar que pararia de mentir, sites petistas divulgaram foto falsa de sua visita a Natal (RN), onde o ex-tucano Geraldo Alckmin foi recebido com vaias. A foto era de anos atrás.

Eleição fake

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deveria poupar os brasileiros da “eleição” para presidente da Corte, cujo resultado todos já conheciam há anos. Se não há disputa e o critério é a fila que anda, a eleição é fake.

Chuva no molhado

Para criticar privatizações, comissão do Senado presidida por um petista recebeu filiados de grupos de “defesa de empresas públicas”, que na verdade defendem apenas as próprias boquinhas.

Paul chega aos 80

Paul MacCartney, o mais talentoso dos Beatles, completa 80 anos hoje. Quem viu o documentário “Get back”, lançado em 2021, percebeu nitidamente que a banda era ele. E mais três coadjuvantes.

Hipocrisia estrangeira

Madeleine King, ministra dos Recursos da Austrália, órgão responsável por “proteger o meio ambiente”, recomendou: “para impedir uma crise total”, termelétricas a carvão, as mais poluidoras, devem ser reativadas.

Pergunta ao Xerife

Ameaças de punir fake News inclui fotos falsas e mentiras no palanque?

Simone Tebet
Simone Tebet |  Foto: Divulgação
  

Fraquinha, fraquinha

No levantamento Paraná Pesquisas  (TSE/BR- 09457/22), a pré-candidata oficial do MDB, PSDB e Cidadania e senadora Simone Tebet aparece na quinta colocação, no estado do Paraná, com apenas 1,3%.

PODER SEM PUDOR

Demissão na marra

Artur Bernardes assumiu o governo de Minas e começou a demitir adversários. Mas quis ser gentil no caso da Imprensa Oficial, solicitando a um amigo que procurasse o diretor, Augusto Lima, seu oponente. 

“Vou direto ao ponto, dr. Augusto”, disse o amigo comum, cumprindo a tarefa, “o governador mandou sugerir que o senhor peça demissão.” Augusto reagiu: “Alto lá! Ao adversário nada peço. Nem demissão!” Foi demitido no dia seguinte.

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