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Cláudio Humberto

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Colunista

Cláudio Humberto

Brasil vacina mais rápido que o Reino Unido

| 09/03/2021, 08:51 08:51 h | Atualizado em 09/03/2021, 09:02

A vacinação contra a Covid-19 no Brasil imunizou quase 11 milhões (exatos 10,83 milhões) de brasileiros em 50 dias. É um desempenho melhor, por exemplo, que no Reino Unido, primeiro a iniciar a vacinação.

Em 50 dias, o Reino Unido aplicou 9,79 milhões de doses. A plataforma Worldometer mostra também que o número de casos de Covid é menor no Brasil: são 51,7 mil por milhão de habitantes no Brasil contra 62 mil casos no Reino Unido. Lá, são 1.828 óbitos por milhão de habitantes. Aqui, são 1.247.

Vai melhorar mais
A plataforma Our World in Data indica que os dois países aplicam hoje a mesma quantidade de doses diárias. Mas o Brasil está em aceleração.

Aula para o 1º mundo
Somados, Alemanha, França e Itália possuem população semelhante ao Brasil, mas, no total, vacinaram menos: 10,2 milhões nos 50 dias iniciais.

Onde mirar
Rico e influente, os EUA deram show e aplicaram 41,2 milhões de doses nos primeiros 50 dias. A Índia, que exporta vacinas, aplicou 19,5 milhões.

Passamos e abrimos
Dados do Our World in Data mostram que as doses aplicadas pelo Brasil equivalem a 5,1% da população. A média mundial é de 3,9%.

8 de março, Dia da Impunidade. Ou da Vergonha
O dia 8 de março será lembrado como aquele em que o submundo da política ganhou mais uma e festejou sem risco de aglomerar. Eles não aglomeram, eles se “manifestam”. Roubaram, roubaram muito, mas 3 mil provas e indícios serão incinerados alegando-se meras tecnicalidades. Todo roubo será perdoado. A tendência é liquidar investigações, processos pela extinção ou pela prescrição. E restará aos brasileiros a vergonha de assistir um político desonesto ser consagrado inimputável.

Prescrição esperta
Tudo deve ir para o lixo das prescrições: provas, ladrões confessos devolvendo dinheiro, acordos de delação etc. Tudo vai virar nada.

Direito de roubar
Fica combinado assim: o líder de quadrilha tinha o direito de comandar o afano de R$ 43 bilhões da Petrobras “em nome da classe trabalhadora”.

Fila de ladrões
A Lava a Jato investigou e denunciou e a Justiça condenou 224 larápios, que agora farão fila para pedir à Justiça isonomia na impunidade.

O candidato do STF
Mesmo condenado outra vez na Justiça Federal do Distrito Federal, como as provas indicam, Lula dificilmente será julgado em segunda instância antes da eleição. O STF produziu candidato para enfrentar Bolsonaro em 2022.

Piada pronta
Uma das sonoras gargalhadas ouvidas nas catacumbas do PT, ontem, foi do ex-tesoureiro da roubalheira do mensalão Delúbio Soares, aquele que previu que tudo acabaria virando piada de salão. Virou mesmo.

O xis da questão
O jurista Miguel Reale Júnior diz que a decisão do ministro Edson Fachin “não esconde os fatos” comprovados nos processos e nem exime Lula de culpa, mas confirma que a prescrição deve beneficiar o ex-presidente.

Tudo garantido
Outro jurista, Fábio Tofic Simantob, alerta que a decisão de Fachin elimina o “principal pilar” da acusação contra Lula: o ato de ofício de haver nomeado os ex-diretores ladrões usados para roubar a Petrobras.

Currículo exemplar
Há tentativa de desqualificar o ministro Humberto Martins, presidente do STJ, desde que foi citado para vaga no STF. Ele tem elogiado currículo: foi promotor de Justiça aprovado em 1º lugar no concurso, professor de Direito Penal da Ufal e chegou ao STJ em vaga de desembargador.

Campanha na OAB
O vice-presidente nacional da OAB Luiz Viana já está em campanha pela presidência da entidade, e busca de apoio das colegas mulheres que representam metade dos profissionais registrados na Ordem.

“Interferência” na bolsa
A Bolsa de Valores (B3) caiu quase 4 mil pontos, em 20 minutos, após notícias da decisão do ministro Edson Fachin (STF) de anular todos os atos da Lava a Jato em Curitiba e devolver a Lula (PT) direitos políticos.

Efeito colateral
A decisão do ministro Fachin de, na prática, liberar o ex-presidiário Lula para disputar as eleições presidenciais caiu como uma bomba... no PDT. A primeira reação foi curta, direta e honesta: “Acabou com o Ciro”.

Pensando bem...
...no Brasil, o buraco é muito mais em cima.

Poder sem pudor

Ave, memória
O ex-ministro e ex-governador gaúcho Tarso Genro é conhecido nos meios políticos de sua terra como “o peremptório”.
Fica furioso com o apelido, adquirido após declarar “peremptoriamente” que não deixaria a Prefeitura de Porto Alegre para concorrer ao governo estadual.
Concorreu. E perdeu “peremptória” e inapelavelmente.
Colaboram: André Brito e Tiago Vasconcelos

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