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Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

Colunista

Brasil vacina mais que toda a Europa e se iguala aos EUA

| 20/08/2021, 09:20 09:20 h | Atualizado em 20/08/2021, 09:23

O Plano Nacional de Imunização (PNI) continua dando show e levou a média diária de doses aplicadas a mais de 1,9 milhão, superando média observada somando todos os países da União Europeia, em torno de 1,7 milhão, segundo o Our World in Data.

Mantida a média, o Brasil chegará hoje aos 60% da população geral vacinada, ultrapassando os Estados Unidos, que estagnaram e têm visto novo avanço da pandemia no país.

Sem comparação
De 12 a 18 de agosto, os 27 países da Europa, incluindo Alemanha e França, aplicaram 12,1 milhões de doses. O Brasil 13,3 milhões

EUA no retrovisor
No mesmo período, os Estados Unidos aplicaram 5,4 milhões de doses, o que equivale a pouco mais de um terço de vacinas aplicadas no Brasil.

Grande salto
Os meses de julho e, principalmente, agosto, deram exemplo do poder de vacinação no Brasil. Em 50 dias foram mais de 72 milhões de doses.

Vão comer poeira
Depois de passar os EUA no percentual da população vacinada, o Brasil mira agora a própria União Europeia (62,8%) e a Alemanha (63,2%).

Lacração fake
A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) (foto) exagerou e, sem provas, disse que no Brasil há atualmente “um órfão a cada cinco minutos”, como se o vírus só matasse pais e mães.

Maia abandona mandato do RJ para servir a SP

O ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia virou piada, nas rodas políticas de São Paulo, ao virar secretário de Projetos Especiais do governo de João Doria (PSDB).

Todos duvidam que ele conheça ou tenha ouvido falar no Parque da Água Branca, por exemplo, que está na lista das concessões a serem confiadas a sua secretaria. Mas nada se assemelha à situação constrangedora de um deputado abandonar o Estado que o elegeu, apesar de sua votação modesta, para servir a outro Estado.

Perda de mandato
Na Câmara, sobram críticas. Há deputados que acham ser o caso de perda de mandato de quem é eleito por um Estado e trabalha para outro.

Federação ferida
O presidente Câmara, Arthur Lira, sempre achou absurda a ideia de um detentor de mandado eletivo trabalhar por outra unidade da federação.

Batendo em retirada
Ao trocar o ostracismo pela boquinha paulista, Maia sinaliza que não vai mais disputar eleição, após os raquíticos 74 mil votos obtidos em 2018.

Ato indecente
É literalmente indecente a designação do deputado Fernando Cury (Cidadania) para o Conselho da Criança do Adolescente, da Secretaria de Desenvolvimento Social do governo de São Paulo, quando ainda está afastado por assediar sexualmente a colega Isa Penna (Psol).

Covid mingua
O Brasil supera 60% da população com ao menos uma dose, derrubando os casos de covid. Somente Acre, Pará, Piauí, Tocantins, Maranhão, Alagoas, Amapá e Roraima têm menos de 50% da população vacinada.

Nunca dá em nada
Presidente do PTB-SP, Otávio Fakhoury denunciou o STF à Corte Interamericana de Direitos Humanos pela prisão de Roberto Jefferson. Segundo ele, opinião não é crime. “Isso é censura, é cercear a liberdade”

Pode escrever
O aumento da produção de cana nunca justificou eventual queda no preço do etanol. Agora, sem que a venda direta tenha sido implantada, a queda de 9,5% estimada pela Conab será usada para explicar a alta.

Gastos não cessam
Apesar da pandemia e do trabalho remoto, a Câmara dos Deputados gastou R$ 18,94 milhões em contratos firmados por meio de convites, dispensa ou inexigibilidade de licitação entre janeiro e julho deste ano.

Oposição para quê?
O governo Bolsonaro frequentemente dispensa oposição. A declaração desastrosa do ministro Milton Ribeiro (Educação) (foto) sobre crianças especiais é um convite para que suas famílias fiquem contra o governo.

Faltam 408 dias
O cenário espontâneo do levantamento XP/Ipespe para presidente em 2022, esta semana mostra praticamente empate técnico entre Lula (33%) e Bolsonaro (28%), considerando a margem de erro de 3,2%.

Pergunta no zoológico
Em briga de tucano se mete a colher?

Poder sem pudor

Apelo no avião
O saudoso Olavo Drummond, que foi ministro do TCU, era diretor da Vasp quando, em um voo, descobriu que o banqueiro Olavo Setúbal estava na classe econômica. Convidou-o a se transferir para a primeira classe.
“Paguei pela classe econômica”, declinou Setúbal, “e estou bem por aqui.” Drummond apelou: “Você tem que ir. Se o avião cair, todo mundo vai pensar que o Olavo que morreu na primeira classe era você e não eu...”
 

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