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Cláudio Humberto

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Colunista

Cláudio Humberto

Brasil tem gasolina 50% mais cara que nos EUA

| 15/03/2021, 10:53 10:53 h | Atualizado em 15/03/2021, 10:57

O monopólio da Petrobras lhe garante liberdade para manter a política criminosa de preços e a lorota de “lei de mercado”. Aliada à ganância de distribuidoras e a impostos, a estatal faz o preço da gasolina no Brasil ser 50% maior que nos EUA, onde vigora a verdadeira lei de mercado, com livre concorrência. Enquanto os brasileiros estão pagando até R$6 na bomba, na Flórida o galão (3,79L) custa US$ 2,75, ou R$ 4,03 por litro.

Em plena pandemia
Inacreditavelmente, o preço da gasolina sofreu seis reajustes apenas em 2021 e acumula alta de 53% nas refinarias. Nas bombas, foram 16,7%.

Falta óleo de peroba
A cada aumento, a Petrobras culpa o mercado internacional. Desde 2019 o preço nos EUA subiu 7,42%, mas no Brasil o preço médio subiu 16,3%.

Petrobras não é a única
A ganância de distribuidoras, que nada fazem além de trocar nota fiscal, e impostos fazem o preço sair de R$2,84 na refinaria para R$6 na bomba

Estado de sítio
O governador Ibaneis Rocha mandou bem recomendando a Bolsonaro o estupendo filme “Estado de sítio”, do diretor Costa Gavras, para que ele perceba que no DF há apenas medidas para preservar a vida.

Auto sabotagem
Combustível renovável produzido há décadas pelo Brasil, o etanol sofre processo de sabotagem interna e segue aumentos baseados no petróleo.

Pesquisa sugere que lockdown aumenta óbitos
Mesmo sem apresentar evidências, o presidente Jair Bolsonaro repete à exaustão que o lockdown “não funcionou em lugar nenhum”, mas há quem, na ciência, se aproxime desse conceito. Estudo de pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), sobre o impacto do isolamento social nas mortes causadas pela Covid-19, põe lenha nessa fogueira. Encontrou evidências de que “a adoção de medidas restritivas agravou a pandemia” em vez de atenuá-la […] “e pode estar diretamente relacionada a um aumento de 10,5% dos óbitos no período observado”.

Estudo publicado
O estudo do doutor em Psicologia Bruno Campello de Souza, revisado por um colega PhD, foi publicado há cinco meses, em outubro de 2020.

Gestão médica e análise
Bruno Campello de Souza e Fernando Menezes Campello de Souza realizam pesquisas nas áreas de gestão médica e análise de dados.

Suécia recuou
A Suécia foi caso raro de país que recusou o lockdown, mas o aumento exponencial de casos levou o seu governo a recuar de sua posição.

Ao trabalho
Para Alberto Rollo, professor de Direito Eleitoral da Mackenzie, caso as provas contra Lula forem aproveitadas pelo novo juízo, de Brasília, haverá tempo hábil para o TRF1 julgar o caso antes da eleição de 2022.

História negada
O ressurgimento do ex-presidiário Lula voltou a assanhar os petistas, que tentam apagar a História. Negam até as dimensões sem precedentes das manifestações que levaram ao impeachment de Dilma Rousseff.

Guia cego
Um tal guia do estudante, ao tratar de atualidades para o vestibular se propôs a lembrar as grandes manifestações populares da História do Brasil. Fala da revolta da vacina, diretas já, mas nenhuma linha sobre os milhões que foram às ruas para exigir o impeachment de Dilma Rousseff.

Contra o teto
A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) irá realizar, a partir desta terça (16), um ciclo de palestras para falar mal do Teto de Gastos.

Falta repetir
O governo Bolsonaro estima que foram preservados 10,9 milhões de empregos, com o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, que permitiu empresas a redução de jornadas e salários.

Saco cheio
Pesquisa da empresa de análise de tráfego SimilarWeb indica que o consumo de notícias políticas nos EUA caiu 28% entre janeiro e fevereiro. Em média, a queda foi de 20% em todos os sites de notícias.

O destino de Maia
Derrotado na própria sucessão na Câmara, Rodrigo Maia perdeu relevo, mas ainda espuma de ódio a Jair Bolsonaro, enquanto tenta se adaptar aos tempos de “baixo clero”. Sem perder a pose e nem a arrogância.

Pensando bem...
...no Dia do Consumidor, as pessoas querem mesmo é consumir vacinas.

Poder sem pudor

As podas do general
Às vésperas do golpe militar de 1964, José Aparecido de Oliveira era secretário do governador de Minas, Magalhães Pinto, e vizinho de um general Guedes, em Belo Horizonte. O militar tinha o hábito de podar, ele mesmo, as roseiras que separavam as casas só para bisbilhotar o vizinho, seus encontros e telefonemas. Após o golpe, ele tentou prender e cassar Aparecido, que foi salvo pelo chefe. Guedes foi à forra: usando a mesma tesoura de podar as roseiras, ele – literalmente – cortou a linha telefônica tão apreciada pelo secretário do governador.

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