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Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

Colunista

Brasil pode chegar a 40 milhões de doses até dia 31

| 12/03/2021, 10:19 10:19 h | Atualizado em 12/03/2021, 10:27

Confirmando-se a previsão mais modesta do ministro Eduardo Pazuello, sobre a entrega ao Ministério da Saúde “de 22 a 25 milhões de doses”, o Brasil chegará a 40 milhões de doses distribuídas e aplicadas em todo o País, considerando as 18,6 milhões já disponíveis e aplicadas.

Vacinas contratadas para entrega em março somavam 38 milhões de doses, mas os produtores acabaram informando a impossibilidade de cumprir o trato.

Pode aumentar
Segundo o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello (foto), o Brasil tem garantidas essas doses. “São números impactantes, que vão fazer a diferença”, diz.

O que era previsto
Até a sexta passada, levantamento do Planalto indicada a expectativa de entre de 23,3 milhões de doses da Coronavac e 3,8 milhões da AstraZeneca.

Estava acertado
O governo contava também com outras 2,97 milhões de doses de AstraZeneca do consórcio Covax Facility, criado pela OMS.

Enquanto isso...
Dados do Our World in Data mantêm o Brasil como o 4º país com maior média de doses aplicadas. São cerca de 360 mil vacinas todos os dias.

Subnotificação de casos de Covid na Câmara é alta
A notícia sobre os casos e mortes de funcionários da Câmara, revelada pelo Diário do Poder, se espalhou rapidamente nos grupos de WhatsApp de servidores e deixou ao menos dezenas deles preocupados. O motivo: a maioria dos que contraíram o vírus não fizeram ou não conseguiram fazer a notificação ao serviço médico da Câmara. Com isso, a previsão é de alta nas confirmações e que março seja o mês com recorde de casos.

Ninguém o acusou
O ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia disse que “não é assassino” e foi voto vencido na realização da eleição presencial para a nova Mesa.

Calou quando não devia
Questionado em janeiro sobre a manutenção da eleição presencial com aglomeração de 513 deputados, assessores e servidores, Maia se calou.

Jeito sempre teve
A prova de que a eleição poderia ser virtual apareceu essa semana com a eleição dos presidentes das comissões: de forma secreta e online.

O nome dele é Atraso
Interlocutores do presidente da Câmara, Arthur Lira, contam sua reação ao constatar o volume de propostas fundamentais que encontrou na recheada gaveta de Rodrigo Maia: “Ele atrasou o País em anos!”

Boa imitação
O prefeito de Fortaleza, José Sarto (PDT), copiou o pacote de auxílio emergencial para famílias carentes anunciado pelo prefeito de Maceió, JHC. Mas falta imitar, por exemplo, desconto de até 15% no IPTU.

Moro foi imparcial
Levantamento nacional do Paraná Pesquisas, entre segunda e quarta, mostra que a imensa maioria, 59,2%, considera que o ex-juiz Sérgio Moro foi imparcial ao condenar o ex-presidente Lula por ladroagem.

Ciro virou pó
O ex-senador Eunício Oliveira, que largou a política, assiste de camarote à confusão do STF que viabilizou a candidatura de Lula contra Bolsonaro. “Ciro Gomes virou pó”, observou no Twitter.

Prejuízo é plural
A alta da inflação de fevereiro é consequência da política de preços da Petrobras, segundo coordenador da FUP, Deyvid Bacelar. Vale lembrar que a política de constantes ameaças de greves também não ajuda.

Como explicar lá fora?
Presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, a deputada Bia Kicis (PSL-DF/foto) acha que produz “tremenda insegurança jurídica” ministro do STF anular monocraticamente sentenças da Justiça Federal, do Tribunal Regional Federal e do Superior Tribunal de Justiça.

Nova casa
Após sair da Secretaria de Coordenação e Governança das Estatais, do Ministério da Economia, Amaro Gomes deixou o Banco Central, após 28 anos, e aceitou convite para integrar o comitê de auditoria do Bradesco.

Aliança curiosa
Sobrinho do ex-comandante do Exército Eduardo Villas-Bôas, Rafael Villas-Bôas, presidiu a “consulta” que reconduziu a reitora Márcia Abrão, ultraesquerdista. Recentemente, Rafael foi nomeado chefe da “TV UnB”.

Pensando bem...
...Marco Aurélio chamou um colega de autoritário e outro de xerife, mas deu sorte que é ministro; se fosse deputado, poderia ter sido preso.

Poder sem pudor

Dose para cavalo
Em entrevista coletiva, um repórter de televisão provocou o então líder do PMDB no Senado, Ney Suassuna (PB), sobre as denúncias contra o governo Lula.
“As denúncias chegam em doses homeopáticas. Vêm mais por aí?”
“Discordo da sua medida. As denúncias estão aparecendo mesmo em doses cavalares...”

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