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AT EM FAMÍLIA

Febre infantil, quando os pais devem se preocupar?

| 25/11/2020, 22:47 h | Atualizado em 25/11/2020, 22:51
AT em Família

Redação jornal A Tribuna



          Imagem ilustrativa da imagem Febre infantil, quando os pais devem se preocupar?
Rodrigo Aboudib afirma que episódios de febre em um intervalo de três semanas sem nenhuma causa aparente exigem atenção |  Foto: Antonio Moreira/AT - 20/07/2018

Qualquer sinal de que o filho não está se sentindo bem desperta uma grande angústia. Até uma febre, que muitas vezes melhora sem sequer precisar de atendimento médico, causa preocupação nos pais.

Em bebês de até três meses, de fato o sintoma é um sinal de alerta! Há ainda outras circunstâncias que demandam atendimento, embora nem sempre seja necessário levar o pequeno ao médico.

O pediatra Rodrigo Aboudib explicou em entrevista ao AT em Família quais situações são alarmantes, quando se preocupar e como proceder caso a criança apresente febre.

AT em Família – O que pode causar o aumento na temperatura de bebês e crianças?

Rodrigo Aboudib – Em geral, doenças simples e comuns – causadas por vírus – provocam quadros febris em crianças. Em sua maioria, tem ótima evolução para a cura, não demandando maiores cuidados. A partir de 37,8ºC é considerado febre.

Quando se preocupar?

Se, além da febre, a criança apresentar dor de cabeça, vômito, desorientação ou, ainda, respiração rápida e/ou falta de ar. São sinais que preocupam e demandam uma avaliação médica imediata.

Também no caso da criança apresentar temperatura axilar maior do que 37,8ºC, em várias ocasiões, pelo tempo mínimo de três semanas e que se mantém sem nenhuma causa aparente após investigação.

A isso chamamos de febre de origem indeterminada ou obscura. Várias são as doenças que podem se manifestar dessa maneira e, em sua maioria, preocupam.

Em qualquer sinal de febre os pais devem levar a criança ao pronto-socorro?

Nas situações que são comuns no dia a dia não devemos nos preocupar. Especialmente se, quando passa a febre, a criança brinca, fica esperta, ativa, como se não tivesse doente.

Entretanto, se quando passa a febre, ela se mantém prostrada, caída, desanimada e não brinca, então é prudente procurar um pronto-socorro, pois a criança pode estar desenvolvendo uma infecção grave e disseminada que chamamos de sepse.

Também quando existem outros sintomas associados, como falta de ar ou respiração muito rápida, dor de cabeça, vômito, sonolência ou perda de consciência.

É comum pais exagerarem quando o filho apresenta febre ou eles de fato devem estar bem atentos a esse sintoma?

Infelizmente, temos observado uma procura excessiva do pronto-socorro para casos simples, sobrecarregando o atendimento, em detrimento de uma melhor atenção aos casos que realmente necessitam. A procura pelo pronto-socorro só deve acontecer nos casos que já me referi anteriormente.

Quais problemas de saúde costumam estar associados à febre?

Em geral quadros infecciosos, entretanto também precisamos lembrar das febres de fundo emocional. Ou seja, quando a temperatura do corpo se eleva diante de uma situação estressante.

A alta temperatura corporal pode evoluir para alguma complicação?

A situação que mais angustia os pais associada à febre é a convulsão febril, que acomete crianças numa faixa etária dos 6 meses aos 4 anos.

Costuma ter uma boa evolução para melhora e, em alguns casos, pode ser indicado um anticonvulsivante para ser usado nos períodos febris. Importante falar que as crianças que têm convulsão febril podem apresentar o quadro sem que a febre esteja alta, visto que o limiar da criança é que é baixo.


SAIBA MAIS


Sem precisar de medicação

  • Nem sempre a criança precisa ser medicada quando ela tem febre.
  • Se ela estiver ativa e a febre for baixa, não se faz necessário dar remédio para controlar a temperatura.
  • Até mesmo antitérmicos comuns podem apresentar importantes efeitos colaterais, então é melhor evitar.
  • Um banho fresco e compressas com fralda molhada podem ajudar.

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