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Cirurgia bariátrica é feita com robô pela primeira vez no Estado

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Saúde

Cirurgia bariátrica é feita com robô pela primeira vez no Estado


Cirurgia inédita para perder peso é feita no Estado. Na foto, os médicos Gustavo Peixoto e Fernando Barros (de verde) e equipeFoto  (Foto: Beto Morais/AT)
Cirurgia inédita para perder peso é feita no Estado. Na foto, os médicos Gustavo Peixoto e Fernando Barros (de verde) e equipeFoto (Foto: Beto Morais/AT)

Movimentos precisos, imagem em alta resolução e braços robóticos. Assim foi realizada a primeira cirurgia bariátrica feita por um robô no Espírito Santo. O procedimento inédito para redução de peso aconteceu ontem, no Hospital Meridional de Cariacica, e foi considerado um sucesso.

Mais rápida que a cirurgia bariátrica tradicional, a operação robótica também permite uma recuperação mais acelerada. No caso do procedimento de ontem, o paciente já terá alta hoje do hospital.

O processo é feito pelo robô Da Vinci Xi, considerado uma revolução na medicina. Ele possui quatro braços para realizar a cirurgia, sendo que um carrega uma câmera que exibe imagens 3D, em alta resolução. Os outros são guiados pelo cirurgião, que comanda o procedimento de outro local.

O cirurgião responsável fez seu trabalho sem ter contato com o paciente, movimentando os dedos em um cursor presente numa espécie de computador. O robô reproduz os gestos no corpo do paciente. “Os movimentos são perfeitos e mais precisos do que a mão humana, além dos detalhes da imagem”, ressaltou o cirurgião Gustavo Peixoto, que controlou o robô ontem.

A bariátrica foi feita de forma robótica porque a cirurgia era considerada complexa, já que tratava-se de uma “reoperação”, ou seja, o paciente já havia passado por uma bariátrica que não surtiu resultado.

“A bariátrica, em si, já é complexa. Quando se trata de uma reoperação, é um desafio a mais. Mas a cirurgia foi muito boa e o paciente terá uma recuperação precoce.”
O procedimento foi acompanhado pelo cirurgião robótico Fernando de Barros, que veio do Rio de Janeiro. “É uma tecnologia de ponta, em que conseguimos ter acesso a espaço difíceis, sendo muito útil para obesidade grave e reoperação”, ressaltou Barros.

O procedimento ainda tem um custo elevado, mas o cirurgião Gustavo Peixoto acredita que a utilização do robô será o “novo normal” nos próximos anos.

“A obesidade é uma epidemia, com diversas doenças ligadas a ela. Oferecer um tratamento melhor ajuda na assistência ao paciente”, ressaltou.


SAIBA MAIS


Como funciona o robô

  • O Da Vinci Xi é o robô cirurgião com a tecnologia mais avançada do mundo.
  • Ele possui quatro braços finos e de longo alcance. Um dos braços carrega uma câmera que exibe imagens em alta resolução, enquanto os outros são guiados pelo cirurgião, que comanda o procedimento sem contato com o paciente, de uma mesa de controle.
  • O médico movimenta os dedos em um cursor, e o robô reproduz os gestos no corpo.
  • Os movimentos realizados pelo cirurgião são filtrados de qualquer tipo de tremor natural do ser humano.
  • A articulação do robô possui movimentos mais precisos e melhores do que a mão humana, além de atingir locais em que a mão não chega.
  • Para o paciente, os benefícios são: cirurgia menos invasiva, alta precoce, menor perda sanguínea, diminuição de chance de sequela cirúrgica, menor desconforto e menos uso de analgésico pós-operatório.

Fonte: especialistas consultados e pesquisa a tribuna.


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