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Passeios para colher uvas direto do pé

Mais de 80 sítios entre Vargem Alta, Alfredo Chaves e Guarapari abriram as porteiras para visitação e colheita do fruto

Redação Tribuna Online | 23/01/2022 12:15 h

Imagem ilustrativa da imagem Passeios para colher uvas direto do pé
 

Mais de 80 sítios entre Vargem Alta, Alfredo Chaves e Guarapari abriram as porteiras para visitação dos parreirais no começo deste mês. 

As parreiras ficam carregadas até, pelo menos, o final do mês de fevereiro, quando os visitantes podem colher uva direto do pé e comprar vários produtos caseiros. 

Um destes lugares é a Estância Poly Flora, localizada no distrito de Castelinho, a 24 km da sede de Vargem Alta. Lá, a uva cultivada sem o uso de agrotóxicos é vendida por R$ 7 o quilo no sistema colhe e paga. 

Como o próprio nome diz, esse método permite que o consumidor possa apanhar as frutas que vai comprar. Ele recebe uma cesta e uma tesoura e é permitido também degustá-las.  

É um verdadeiro passeio para a família, de acordo com o casal que arrendou a propriedade há um ano, Douglas Gasparetto e Marilene Davel Dariva, ambos com 35 anos. 

“Nosso diferencial é que não usamos defensivos químicos. Nossa pulverização é feita com produtos biológicos e naturais”.  

O casal revelou ainda que cultiva mais de cinco mil pés das uvas das espécies Isabel e Niágara em três hectares e que vende 15 toneladas da fruta durante a colheita. Para o futuro, eles pretendem produzir os derivados. 

Também em Vargem Alta, no Sítio Dus Grillo, os produtores rurais Luzinete Pasinato Riquieri, de 41 anos, e Ramon Gualandi Dias, 37, estão  confiantes na colheita. 

“Vendemos mais de 35 toneladas. É uma experiência legal porque os adultos relembravam coisas da infância, momentos que eles já tiveram. As crianças, por outro lado, têm a oportunidade de colher a ‘uvinha’ no pé”, disse Ramon. 

 Produzindo uvas já há mais tempo, o Sítio Verde, em São Bento de Urânia, distrito famoso em Alfredo Chaves por possuir grandes parreirais, segue uma tradição que já dura 40 anos. 

“A gente colhe a uva, produz geleias, vinho e recebe os visitantes que podem colher a uva no pé, escolhendo os frutos e pagando pelo que escolheu”, contou o aposentado Severino Busato, 70 anos.

 Já no Sítio Três Morros, a família do engenheiro florestal Guilherme Lacerda produz uvas há três anos. A atividade, que começou como uma fonte de renda extra, tem se profissionalizado. Segundo ele, o objetivo é profissionalizar a recepção e atrair  mais turistas.

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