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Operação flagra desmatamento e queimada em 14 municípios do Estado

| 02/10/2020 12:40 h

Imagem ilustrativa da imagem Operação flagra desmatamento e queimada em 14 municípios do Estado

Uma superoperação deflagrada em 17 estados do País detectou desmatamentos e queimadas em 95 hectares de Mata Atlântica no Espírito Santo. O total da área desmatada é equivalente a 95 campos de futebol.

A fiscalização aconteceu entre os dias 21 e 25 de setembro e os resultados foram divulgados ontem pelo Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPE-ES).

No Estado, a operação detectou 38 infrações ambientais, sendo que 17 multas foram aplicadas até agora. O valor já soma R$ 254 mil, montante que vai aumentar nos próximos dias com os novos autos de infrações confirmados. Além disso, duas pessoas foram presas.

“Os multados terão 30 dias para recorrerem. Passado esse prazo, eles precisam fazer a recuperação de toda a área degradada”, afirmou o subgerente de Controle Florestal do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado (Idaf), Pedro Heyerdahl.

Os crimes foram flagrados em 14 municípios capixabas: Domingos Martins, São Mateus, Nova Venécia, São Domingos do Norte, Pancas, Itaguaçu, Colatina, São Roque do Canaã, Afonso Cláudio, Alfredo Chaves, Anchieta, Guarapari, Guaçuí e Dores do Rio Preto.

Os municípios foram escolhidos pelo histórico de ocorrência de desmatamento e fazem parte dos locais com maior cobertura florestal que precisa ser protegida.

Tecnologia

A operação contou com tecnologia de ponta para identificar o desmatamento. Com imagens de satélite e outros dados em mãos, a força-tarefa conseguiu fazer o levantamento das áreas antes mesmo de realizar a abordagem presencial.

O mapeamento prévio permitiu uma fiscalização mais precisa, segundo a chefe da Fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), Letícia Meneghel.

O promotor de Justiça Marcelo Lemos ressaltou que a operação é importante neste momento em que as queimadas tomam conta do Pantanal e da Amazônia. “Proteger a Mata Atlântica é proteger as nascentes, a água. É a proteção da nossa sobrevivência”, disse.
 

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