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Novo esporte vira moda nos condomínios

| 25/08/2021 19:18 h

Fácil e inclusivo, o “Pickleball”, jogo que mistura elementos de pingue-pongue, tênis e badminton, tem conquistado adeptos no Espírito Santo. A possibilidade de ser praticado em espaços pequenos fez com que, durante a pandemia, muitos moradores de condomínios procurassem o esporte.

Bianca Soledade (à direita)   reúne praticantes de Pickleball. “Traz  saúde para quem joga”, diz a professora
Bianca Soledade (à direita) reúne praticantes de Pickleball. “Traz saúde para quem joga”, diz a professora |  Foto: Dayana Souza/AT
“As academias e quadras públicas fecharam, então o Pickleball foi uma possibilidade para aqueles que queriam praticar algo com a segurança de estar em casa”, conta a professora Bianca Soledade.

Ela ensina o jogo para pessoas de todas as idades, em condomínios da Grande Vitória, desde abril.
Existem algumas facilidades na prática da modalidade e, por isso, as pessoas se sentem atraídas pelo esporte, segundo ela.

O principal diferencial é a inclusividade — o esporte pode ser praticado por diversas idades e pessoas, inclusive as com deficiência física, conta a professora.

Além disso, a raquete e a bola são leves, o que diminiu o risco de lesão. “Me encantei pelo Pickleball. Traz muita felicidade e saúde para quem pratica”, comenta Bianca, que, antes de dar aulas, foi tenista profissional por 10 anos.

De acordo com ela, ao contrário do tênis, que exige um treinamento de até dois anos para competir profissionalmente, o esporte é muito mais fácil.

Nesse sentido, o fundador da Associação Brasileira de Pickleball, Antonio Rodrigues Coelho Junior, conta que o esporte é um jogo fascinante e também tem atraído muitos jogadores de tênis.

O esporte, criado nos Estados Unidos em 1965, chegou em 2018 ao Brasil, primeiramente em Governador Valadares (MG) por meio de alguns visitantes norte-americanos, segundo Antonio.

Uma das alunas de Bianca Soledade é a administradora aposentada Fabíola Mendonça, de 58 anos. Ela descobriu o esporte neste ano por meio da professora, em busca de manter-se ativa durante a pandemia e está fazendo aulas há cinco meses.

“Me encontrei no Pickleball. É um esporte fácil. É um pingue-pongue, só que de quadra”, conta a bancária Brunella Cabral, de 53 anos, que sente prazer em praticar o esporte.

Ela começou a fazer aulas em abril deste ano. “É uma hora de relaxamento, descontração, bate-papo e brincadeira fazendo exercício físico”, conta.

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