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Movimento de veículos na 3ª Ponte já é maior do que antes da pandemia

| 19/08/2021 18:39 h

Com o retorno das atividades presenciais em todo o Espírito Santo, o fluxo de veículos na Terceira Ponte já é maior do que aquele registrado antes da pandemia, conforme dados da concessionária Rodosol.

Crescimento da frota de veículos é um dos fatores apontados para aumento do tráfego   na Terceira Ponte
Crescimento da frota de veículos é um dos fatores apontados para aumento do tráfego na Terceira Ponte |  Foto: Dayana Souza/at
No mês passado, 1.271.477 veículos passaram pela ponte, que liga os municípios de Vitória e Vila Velha. Já durante fevereiro de 2020, quando a covid-19 ainda não havia chegado ao Estado, 1.214.737 carros e motos fizeram o trajeto.

O diretor-presidente da Rodosol, Geraldo Dadalto, explica que vários fatores podem ter contribuído para o crescimento do tráfego, embora ainda sejam discutidos preliminarmente.

“Entre alguns deles, estão: a volta das aulas presenciais, os possíveis retornos aos ambientes de trabalho, o avanço da vacinação, e a própria tendência de crescimento da frota de carros ano a ano, impulsionada, especialmente, pela pandemia”, avalia.

Ainda de acordo com os dados da Rodosol, no dia 16 de março de 2020, última segunda-feira antes da primeira quarentena imposta pela covid, o fluxo na ponte foi de 88 mil carros.

Após uma semana, no dia 23 de março, houve uma queda de 55%, com fluxo de 39 mil veículos.
Quase um ano depois, no dia 22 de março deste ano, o número médio registrado por dia pulou para 70 mil veículos.

Para o especialista em Trânsito Luiz Carlos Menezes, apesar do aumento observado nos dados mais recentes, é provável que o ritmo fique menor em relação ao período pré-pandemia nos próximos anos, já que a necessidade do isolamento social trouxe hábitos que, dificilmente, serão abandonados.

“Muitas pessoas perceberam as vantagens de se conectar à internet, pois podem evitar viajar a trabalho, por exemplo, além de algumas terem se tornado mais reclusas, sem vontade de frequentar tantos eventos. Acredito que tudo será diferente a partir de agora”.

Segundo a engenheira civil e especialista em Trânsito Gesiane Silveira, a queda na circulação de carros em 2020 só não foi maior por causa de alguns problemas de mobilidade urbana.

“Como se não bastasse, os ônibus lotados de pessoas, trazendo uma alta chance de transmissão da doença, a falta de ciclovias bem estruturadas também levaram mais pessoas a tirarem o carro ou a moto da garagem para circular”, observa.

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