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Homens param trânsito com armas em punho para que mulher atravesse a rua

Caso aconteceu em Taguatinga, no Distrito Federal

Agência Folhapress | 23/02/2022 15:07 h

Homens param trânsito com armas em punho para que mulher atravesse a rua
Homens param trânsito com armas em punho para que mulher atravesse a rua |  Foto: Reprodução/ Vídeo
 

Pelo menos oito homens aparecem em um vídeo que circula nas redes sociais parando o trânsito com armas que parecem fuzis para que uma mulher atravessasse a rua. Ela participava de um ensaio de casamento. O caso ocorreu em Taguatinga, no Distrito Federal.

Nas imagens, é possível ver os homens fazendo uma fila na frente dos carros com suas armas em punho. Assim, a moça toda vestida de vermelho passa na frente deles.

Homens param trânsito com armas em punho para que mulher atravesse a rua
Homens param trânsito com armas em punho para que mulher atravesse a rua |  Foto: Reprodução/ Vídeo
 

A Polícia Civil do Distrito Federal afirma em nota que investiga o grupo armado com fuzis e escopetas que bloqueou o trânsito na Avenida Sandu Norte, em Taguatinga, para que a noiva desfilasse na via.

O delegado-geral da Polícia Civil do Distrito Federal, Robson Cândido, determinou a investigação do caso para identificar os homens que aparecem nas imagens e para comprovar se as armas de fogo são verdadeiras.

Segundo a nota, há informações de que próximo do local onde foi feito o bloqueio da rua existe um clube de tiro, mas não se sabe ainda se o evento foi promovido pelo estabelecimento comercial. A 17ª DP prossegue com as investigações.

"Caso essas armas sejam reais, infringem a legislação penal. Que se apure com rigor e identifique as pessoas. Proprietário da loja [clube de tiro] já foi ouvido em sede policial. Todas as providência serão tomadas", emendou o delegado em vídeo enviado ao F5.

À TV Globo, amigos do casal de noivos disseram que ambos seriam Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs) e que os homens que aparecem na filmagem também fariam parte dessa categoria. Depois da repercussão, a noiva desativou suas redes sociais e não foi encontrada para comentar.

"A Polícia Civil não concorda nem vai compactuar com o excessos das pessoas denominadas CACs", emendou o delegado.

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