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Estado tem 31% dos veículos com placas do Mercosul

| 26/08/2021 16:30 h

Quase três anos após a implementação da placa com o padrão Mercosul no Espírito Santo, o modelo estampa somente 31% da frota de veículos no Estado, mesmo sendo obrigatório.

De acordo com o Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran-ES), do total de 2.137.174 veículos da frota capixaba, 674.094 estão emplacados com o novo modelo.

A placa antiga deixou de ser fabricada em dezembro de 2018. Com isso, a adoção do modelo Mercosul tornou-se obrigatória para quem compra um carro zero quilômetro ou precisa transferir o veículo de cidade, estado ou categoria. Também é obrigatório para quem danifica ou perde a placa atual e precisa trocar.

Confecção de placas de carro: novo modelo é considerado mais seguro
Confecção de placas de carro: novo modelo é considerado mais seguro |  Foto: Leone Iglesias/ AT

Para o diretor de Habilitação, Veículos e Fiscalização do Detran-ES, Marcus Perozini, se forem considerados somente os veículos que, de fato, estão em circulação, o percentual de placas é maior.

“Considero o percentual regular, pois o Estado tem uma frota de mais de 2 milhões de veículos, mas não significa que todos estão em circulação. O número de placas Mercosul pode ser compatível com a frota real. Hoje, somente com veículos licenciados, temos cerca de 1,6 milhão”, ressaltou.

A implantação do novo modelo foi estabelecida, de forma obrigatória, pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), visando padronizar as placas dos veículos de países que compõem o Mercosul para melhorar a segurança.

Com isso, o Detran de cada estado foi obrigado a seguir a determinação. No Espírito Santo, a adoção definitiva foi em dezembro de 2018. A placa passou a ser obrigatória em todo o território nacional em 2020.

A partir de então, o emplacamento para carro, que antes custava cerca de R$ 70, passou a custar cerca R$ 170. Todo o processo de emplacamento também mudou.

A placa Mercosul é considerada mais segura por possuir gravação a laser, efeitos visuais, número de série criptografado e um QR Code. Esse último item tem o objetivo de dificultar a clonagem de veículos.

Além disso, a placa permite que os agentes brasileiros de trânsito punam os condutores de outros países que cometiam infrações e não sofriam penalidades por conta da falta de registro no Brasil.

Visualmente, o modelo é bem diferente do antigo: tem o fundo branco e uma faixa azul em cima, com o símbolo do Mercosul e a Bandeira do Brasil. Além disso, possui quatro letras e três números.


SAIBA MAIS


Quem precisa da placa?

  • Quem compra um carro zero quilômetro ou precisa transferir o veículo de cidade, estado ou categoria.
  • Também é obrigatória para quem danifica ou perde a placa atual e precisa trocar.

Como solicitar a nova placa?

  • Para realizar o serviço com a mudança da placa, o proprietário do veículo deve se dirigir à unidade do Detran-ES e abrir um processo para o serviço que deseja realizar.
  • O Detran registra no sistema da base nacional e, paralelamente, o interessado deverá pagar as taxas referentes ao serviço do órgão.
  • Após o pagamento, será enviado ao interessado um SMS com o código autorizador do emplacamento.
  • O cidadão deverá escolher a empresa estampadora para que ela confeccione e instale a placa.
  • Concluído o serviço, a estampadora comunica ao Detran, e o interessado deverá retirar seu novo documento do veículo na unidade do órgão.

Por que mudou?

  • Por determinação do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), visando padronizar as placas dos veículos de países que compõem o Mercosul e aumentar a segurança.
  • A placa é mais segura por possuir gravação a laser, efeitos visuais, número de série criptografado e um QR Code (código de barras) para dificultar a clonagem.

Fonte: Detran-ES e Denatran.

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