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Em carta psicografada, Elisa Samudio detalha morte e diz onde está seu corpo

Eliza teria se comunicado com vidente famosa por suas previsões e dado detalhes do assassinato brutal de que foi vítima

Larissa Maestri, com informações do Extra | 01/08/2022 16:18 h | Atualizado em 01/08/2022, 17:45

Eliza era modelo e foi amante do goleiro Bruno Fernandes, que foi condenado a 22 anos e 3 meses pelo assassinato e ocultação de cadáver e pelo sequestro e cárcere privado do filho Bruninho
Eliza era modelo e foi amante do goleiro Bruno Fernandes, que foi condenado a 22 anos e 3 meses pelo assassinato e ocultação de cadáver e pelo sequestro e cárcere privado do filho Bruninho |  Foto: Acervo Pessoal
 

Há 12 anos, ainda existe uma pergunta sem resposta sobre o assassinato de Eliza Samudio: onde está seu corpo? Morta a mando de Bruno Fernandes, o Goleiro Bruno, os restos da modelo nunca foram encontrados.

Segundo a vidente Chaline Grazik, que diz ter recebido a informação numa carta psicografada atribuída a Eliza, os restos mortais da modelo podem estar no fundo de um rio. 

Chaline é famosa pelas previsões que faz, com um razoável número de acertos. A vidente é  uma estrela no Instagram, onde leu a carta que seria de Eliza Samudio.

Apesar de o corpo dela não ter sido encontrado, em janeiro de 2013 a juíza do Tribunal do Júri de Contagem, à época, na Grande BH, Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, determinou a expedição da certidão de óbito

Eliza era modelo e foi amante do goleiro Bruno Fernandes, que foi condenado a 22 anos e 3 meses pelo assassinato e ocultação de cadáver e pelo sequestro e cárcere privado do filho Bruninho.

"Foi cruel, foi horroroso. Eu tentava pedir socorro, mas ninguém me ouviu. Meu pescoço doía tanto, apertaram, até faltar oxigenio no meu corpo. Mas, neste momento, meu espírito saiu imediatamente do corpo. Ficou perto de uma árvore de onde vi tudo o que fizeram comigo. De repente, veio um homem mal-encarado, de pele morena e camiseta vermelha. Naquele dia eu não sabia quem era ele. Mas eu conseguia ver tudo o que faziam comigo, uma sensação que eles tinham de pavor, que não sabiam o que fazer. Pareciam endemoniados. Nunca imaginei do que fossem capazes. Um dizia para o outro como esconder o corpo... Ddecidiram me jogar num rio, que lembro nitidamente, um rio fétido. Pegaram uma madeira com fiapos e me bateram muito, até que meu corpo ficasse no fundo. Eles tinham cara de apavorados, mas mesmo assim cometeram o crime. Eu vi tudo, senti tudo", relata a carta.

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