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Cidades

“Ele devolveu minha cadela morta”, diz autônoma

Dona do animal não se conforma com a perda


Imagem ilustrativa da imagem “Ele devolveu minha cadela morta”, diz autônoma
Amélia Vieira e a filha Amanda mostram roupinhas e foto da cadela Kyara, que morreu ao ser levada para castração |  Foto: Roberta Bourguignon

No bairro Alvorada, na região central de Anchieta, uma cachorrinha da raça Spitz, de 6 anos, foi entregue morta nas mãos da família, após ter ficado com um veterinário para castração. A dona da cachorrinha Kyara, a autônoma Amélia Vieira de Araújo, 48, e a filha dela, a autônoma Amanda Bolzan, 21, acusam um veterinário da cidade, que não teve o seu nome divulgado, pela morte dela durante a castração.

“Ele matou a minha cachorrinha. E o que eu puder fazer de justiça, vou fazer. Ele tem de pagar pelo que   fez”, afirma.  

Perto da clínica deste veterinário, na Praia de Guanabara, ao menos 10 corpos de cachorro foram encontrados já em estado de decomposição. 

Amélia relata que levou Kyara para  exames de sangue no dia 19 de janeiro e que, no dia 4 deste mês, o veterinário buscou a cachorrinha   para a castração e a devolveu morta.  

No mesmo dia, Amélia fez ocorrência na delegacia de Guarapari, e no dia seguinte foi a Vitória fazer a necrópsia de Kyara. Agora, ela aguarda o resultado dos exames. 

A cachorra está guardada no freezer de Amélia, dentro da casa dela.  A família dela conseguiu localizar a casa do veterinário, que fica a poucos metros do local onde a Guarda Municipal encontrou os 10 cachorros mortos. 

A autônoma Amélia Vieira de Araújo não se conforma com a morte da cachorrinha.

A Tribuna – O veterinário buscou Kyara em casa?

 Amélia Vieira –No dia 3, ele me avisou que era para suspender a água e comida dela para a castração no dia seguinte.   No dia seguinte, dia 4, ele chegou aqui (na casa) para levá-la. Meu coração pedia que eu não entregasse. Ele a pegou   viva e me devolveu morta.   

Como ele avisou da morte dela? 

Ele pegou a “minha filha”   depois de 9h30. Quando foi   11h14,  eu enviei mensagem perguntando como estava a “minha filha”, e ele não respondeu. Às 16 horas, ele me ligou para falar que ela tinha morrido e perguntando o que era para fazer.  

O que ele disse? 

Ele disse: “Amélia, estou te ligando para dizer que fui fazer a castração da sua cadela, e apliquei anestesia de 4 quilos e meio a 6 quilos. Só que ela teve um choque anafilático, uma parada cardíaca. Eu reanimei, fiz a cirurgia rápida. Fui fazer minhas visitas a clientes e, quando voltei, ela estava morta”. Eu pedi o endereço dele e ele repetiu que ela estava morta e que não tinha mais nada a fazer. Ele mandava eu parar de gritar pelo telefone. Eu chamei meu filho, peguei minha bolsa e fui à polícia. 

Ela tinha quantos quilos? 

Ela tinha 1 quilo e 900. Eu pesei ela aqui em casa e consta também nos documentos dela.  

O que espera que seja feito agora?

No dia 28 de dezembro, minha mãe morreu. Quando eu estava começando a melhorar, minha cachorra, que é minha filha, morreu. Meu telefone é de 256 gigas, 230 é dela. Fiz a necrópsia dela e ela está guardada na geladeira aqui de casa. Ele matou a minha cachorrinha, a minha filha. E o que eu puder fazer de justiça, eu vou fazer. Ele tem de pagar pelo que fez. Isso não pode ficar assim.

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