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Drinques no saquinho fazem sucesso na praia

Nova forma de servir bebidas, como uísque e caipirinha, tem chamado a atenção de banhistas no litoral de Guarapari

Roberta Bourguignon, do jornal A Tribuna | 31/01/2022 15:31 h

Turistas Lívia, Jeanne e Edvana experimentaram a bebida pela primeira vez na praia de Bacutia, em Guarapari
Turistas Lívia, Jeanne e Edvana experimentaram a bebida pela primeira vez na praia de Bacutia, em Guarapari |  Foto: Roberta Bourguignon
 

Uma nova forma de servir drinques chegou às praias capixabas. As bebidas foram parar em um saquinho, que estão conquistando muitos adultos com receitas de caipirinhas, frozen, coquetéis, uísque e até tequila.

Há opções sem álcool também. As amigas, a universitária Lívia Coutinho, 25 anos, a enfermeira Jeanne Botelho, 27, de Itaperuna, Rio de Janeiro, e a empresária Edvana Lunz, 47, de Vargem Alta, Sul do Estado, experimentaram a bebida pela primeira vez na praia de Bacutia, em Guarapari, e ficaram encantadas.

“Muito boa ideia a maneira de servir os drinques. Não há contato direto na praia. Se comprarmos antes, a gente já traz na caixa térmica”, afirmou Edvana. 

O mineiro Lucas Baper conheceu um distribuidor da bebida em Minas Gerais e trouxe o produto para o Estado. “Achei uma bebida muito litorânea, refrescante, e tive a certeza que combinava com as praias capixabas”, revela. 

Origem

A ideia de servir os drinques no saquinho foi do DJ paulista Rodrigo Dantas, que há oito estava com serviço de bar em eventos sociais como aniversário, formatura e casamento, e com o início da pandemia no Brasil tudo foi suspenso.  

“Sem poder tocar em eventos e continuar com o serviço de bar fazendo os drinques, buscamos um sistema de entrega dos nossos drinques e surgiu a ideia do drinque no saquinho. Pegamos tudo que já fazíamos há oito anos, os drinques já consolidados, e adaptamos para a embalagem. E o nome ‘Nusakinho’ foi escolhido justamente porque a pessoa estará bebendo no saquinho”, explicou.

E para conseguir consolidar o produto no mercado, o DJ revela que usou os amigos para comprar nas adegas que ele distribuía em São Paulo.

“Era o auge da pandemia e ninguém queria investir em um produto novo. Eu deixava 20 saquinhos na adega e pedia para meus amigos irem comprar. Os comerciantes me ligavam pedindo mais porque aqueles já haviam acabado”. 

Para ele, foi uma técnica de venda que deu certo. “Somos pioneiros nesse ramo, e em um momento tão difícil conseguimos nos reinventar. Já estamos em quatro estados”, revelou Rodrigo. 

As amigas de Minas Gerais experimentaram a bebida pela primeira vez
As amigas de Minas Gerais experimentaram a bebida pela primeira vez |  Foto: Roberta Bourguignon
 

Mineiras em Peracanga

Na Praia de Peracanga, em Guarapari, as amigas de Belo Horizonte, Minas Gerais, experimentaram a bebida pela primeira vez. As empresárias Karine Lúcia Teixeira, de 23 anos, e Alice Fernanda Silva, 23, ficaram surpresas com o produto.  

“Realmente nunca tinha visto. É novo e diferente. O sabor é o mesmo como se tivéssemos pedido a bebida na festa. Gostei”, afirmou Karine.

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