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Após 6 horas de trabalho, prédio condenado é demolido

| 29/01/2020 20:03 h | Atualizado em 29/01/2020, 20:15

Prédio de cinco andares, no centro de Iconha, ameaça desabar. Uma rachadura no térreo da edificação fez o relatório da prefeitura apontar a necessidade de demolir o edifício
Prédio de cinco andares, no centro de Iconha, ameaça desabar. Uma rachadura no térreo da edificação fez o relatório da prefeitura apontar a necessidade de demolir o edifício |  Foto: Alessandro de Paula

Depois de mais de seis horas de trabalho, operários de uma empresa contratada pela Defesa Civil Estadual conseguiram demolir o prédio de 4 andares localizado às margens do Rio Iconha que estava condenado desde o dia 18 após a cidade de Iconha sofrer uma forte chuva.

A demolição foi na tarde desta quarta-feira (29). A edificação foi condenada pela Defesa Civil Estadual após apresentar trincas em sua fundação. Desde a chuva, a rua Vergílio Souza e casas perto do prédio estavam interditadas.

Imagem ilustrativa da imagem Após 6 horas de trabalho, prédio condenado é demolido
A movimentação na rua, nesta quarta (29) começou por volta de 9 horas. Às 11 horas, os operários iniciaram de fato o trabalho de demolição.

Cabos de aço foram presos às colunas do prédio, enquanto uma retroescavadeira forçava a corda no intuito de partir a estrutura. Após romper a quarta coluna, o prédio veio abaixo.

As ruas próximas ao prédio foram interditadas pela Defesa Civil, provocando reclamação de moradores que ficaram várias horas sem acesso as suas casas. O trabalho foi concluído pouco após as 17 horas.

Donos reclamam
Familiares do dono do prédio acompanharam, revoltados, a demolição. Afirmaram que não foi realizada a vistoria adequada e reclamaram que a estrutura estava tão firme que por várias horas o trabalho de demolição não obteve resultado.

O engenheiro da Defesa Civil Roney Gomes Nascimento disse que o serviço foi concluído com perfeição e que o prédio não apresentava condições de moradia, com risco de desabar.

O trabalho de remoção do entulho, segundo a Defesa Civil, ficará por conta da prefeitura.

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