search
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.


Assine agora e tenha acesso ao conteúdo exclusivo do Tribuna Online!

esqueceu a senha? Assinar agora
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.

Chefe do tráfico em Vila Velha foi preso no Rio ao fazer teste de Covid

Notícias

Publicidade | Anuncie

Polícia

Chefe do tráfico em Vila Velha foi preso no Rio ao fazer teste de Covid


Luan Resende Buarque (Foto: Divulgação/ PCRJ)Luan Resende Buarque (Foto: Divulgação/ PCRJ)

O homem apontado como o chefe do tráfico de Vila Velha, investigado por 10 homicídios, foi capturado na Zona Norte do Rio de Janeiro, enquanto aguardava para ser atendido num hospital do Méier. O mandado de prisão foi por ele ser acusado de ordenar o assassinato de um menino de apenas 12 anos, executado com mais de 10 tiros em fevereiro de 2019.

A prisão aconteceu na quarta-feira (9). Na mira da polícia do Estado, Luan Resende Buarque, 31 anos, tinha fugido esta semana para o Complexo de Favelas da Maré, no Rio. Com suspeita de Covid-19, ele decidiu se consultar em um hospital, na tarde de quarta.

“Recebemos essa informação e entramos em contato com a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) lá do Rio. Eles deslocaram várias viaturas para possíveis hospitais que ele iria, e conseguiram fazer a prisão”, revelou o delegado Tarik Halabi Souki, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vila Velha.

Luan foi preso em cumprimento de um mandado de prisão temporária e será transferido para o Espírito Santo.

Ele é acusado de chefiar os traficantes de Jaburuna, Ibes, Boa Vista e de parte de Itapuã. Dentre os crimes que ele supostamente ordenava, estão as mortes de crianças e pessoas com deficiência. É o caso da execução de Luiz Fernando Albino Nascimento, de 12 anos.

O crime começou quando o menino foi recrutado para traficar na pracinha do Ibes. No dia 15 de fevereiro, ele ficou de plantão na boca de fumo e vendeu R$ 6 mil em drogas. “No dia 16, o garoto tinha que fazer o ‘acerto’ desse valor com o gerente do tráfico, mas ele falou que tinha sido assaltado por criminosos de Dom João Batista”, explicou Tarik.

A desculpa não convenceu os criminosos, que ficaram de olho no adolescente. No dia seguinte, ele comprou uma moto e apareceu rodando pelo bairro. Um dia depois, ele foi executado na Glória, em Vila Velha, a mando de Luan.

Dois atiradores participaram do crime. Um deles morreu. Na última quinta-feira, a polícia cumpriu o mandado de prisão temporária do segundo envolvido, um jovem de 25 anos, que já estava no presídio por tráfico.

Entrar no grupo do WhatsApp

Quer receber as últimas notícias do Tribuna Online? Entre agora em um de nossos grupos de Whatsapp.