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Cela é incendiada após detendo atear fogo em colchão em Guarapari

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Polícia

Cela é incendiada após detendo atear fogo em colchão em Guarapari


Os advogados que foram ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Guarapari na manhã de domingo (18) foram surpreendidos com uma verdadeira correria dentro e fora da penitenciária. 

A confusão começou após um detento supostamente ter ateado fogo em um colchão dentro da cela. Ele foi encaminhado à autoridade policial na tarde de domingo, e segundo a Secretaria de Justiça (Sejus), vai responder por procedimento administrativo disciplinar.

Do estacionamento, familiares e advogados viram quando uma ambulância saiu de dentro do CDP com algum interno que precisava de atendimento médico. Um advogado ouviu quando um agente pediu apoio ao Corpo de Bombeiros e ao Samu.

“Estou aqui presente no CDPG, vim visitar uns clientes porque tenho audiência na segunda-feira (19) e me deparei com uma cena estranha. Estou sendo impedido de entrar, mas até entendo o porquê. Os agentes estão desesperados, correndo, e já retiraram ambulâncias, carros, e estão pedindo apoio ao Corpo de Bombeiros e ao Samu. O cheiro é forte e parece ser gás ou algo que queimou, mas não tem nenhuma fumaça”, informou um advogado.

Centro de Detenção Provisória (CDP) de Guarapari (Foto: Roberta Bourguignon)Centro de Detenção Provisória (CDP) de Guarapari (Foto: Roberta Bourguignon)

Os familiares declaram que ouviram tiros de bala de borracha e o clamor dos internos. “Eles gritavam o tempo todo pedindo ajuda. Ouvimos os tiros de bala de borracha, mas os agentes desmentiram. Quando o reforço chegou, na parte da tarde, quase passaram por cima da gente”, disse a irmã de um detento.

Os agentes informaram aos advogados que uma cela teria sido incendiada, mas o fogo foi controlado pelos próprios agentes e, por esse motivo, cancelaram o acionamento dos bombeiros.

A entrada dos advogados não foi autorizada durante a tarde. Segundos os familiares, nove internos ficaram feridos e foram atendidos na enfermaria da unidade, mas a informação não foi confirmada pela Sejus.

Por nota, a Secretaria da Justiça esclareceu que o fogo foi rapidamente controlado por inspetores penitenciários, e não ocasionou vítimas e grandes danos, pois no momento do fato, internos estavam em horário de banho, que ocorre na galeria, do lado externo da cela.

A entrada de advogados foi liberada, segundo a Sejus, após o encerramento da ocorrência, registrada no domingo. A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Espírito Santo (OAB-ES) acompanhou todo o procedimento realizado na unidade prisional.

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