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Carro usado em assassinato de assessor de deputado é encontrado carbonizado

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Polícia

Carro usado em assassinato de assessor de deputado é encontrado carbonizado


O carro usado no assassinato do policial militar da reserva, Mário André Morandi, 42 anos, foi encontrado carbonizado na Rodovia Leste Oeste, em Vila Velha, na noite desta terça-feira (7).

De acordo com a Polícia Militar, o veículo, um Corolla branco, não tinha restrição de furto e estava no nome de uma loja.

O carro, um Corolla branco, foi encontrado carbonizado na rodovia Leste-Oeste, em Vila Velha. (Foto: Jaciele Simoura)
O carro, um Corolla branco, foi encontrado carbonizado na rodovia Leste-Oeste, em Vila Velha. (Foto: Jaciele Simoura)

O policial militar foi morto no fim da tarde desta terça em Itapuã, Vila Velha. A vítima era assessor de deputado estadual Capitão Assumção (Patriota).

O Portal da Transparência da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) aponta que ele atuava como técnico júnior de gabinete desde fevereiro de 2019. Morandi tinha salário de R$ 4.433,56.

Mário foi morto por volta de 17h30 em uma padaria do bairro. O policial foi assassinado com cerca de 9 tiros, segundo testemunhas.

Ainda de acordo com testemunhas, Mário estava tomando café na padaria quando foi morto por dois homens.

O policial militar da reserva e advogado Mário do Carmo Morandi foi morto com cerca de 9 tiros, segundo testemunhas. (Foto: Reprodução/Facebook)
O policial militar da reserva e advogado Mário do Carmo Morandi foi morto com cerca de 9 tiros, segundo testemunhas. (Foto: Reprodução/Facebook)

Os autores dos disparos teriam chegado ao estabelecimento a bordo de dois carros: um Audi e um Corolla.

Antes de assassinar o policial, os criminosos teriam entrado na padaria. Ao sair do esabelecimento, eles assassinaram o homem e fugiram.

Política

Mário do Carmo Morandi, além de ter trabalhado como assessor do deputado Capitão Assumção, já atuou para o PSL e para o ex-deputado federal Carlos Manato, que presidiu o partido. A informação é da colunista do Plenário Online Fabiana Tostes.

Manato disse que ele era uma pessoa tranquila. “Era meu advogado sim, mas eu passava para ele coisas pequenas, besteiras. Ajudava em alguma coisa para não ficar tudo em cima do meu advogado eleitoral. Já atuou numa ação pra mim em Cachoeiro sobre fake news, também quando uma mulher tentou me extorquir. Ele tem um escritório de advocacia e também era policial. Vamos esperar a polícia dizer alguma coisa”, disse.


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