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Carnes de frango e porco ficam mais caras no Estado

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Economia

Carnes de frango e porco ficam mais caras no Estado


Carne de porco tende a permanecer com o preço mais alto devido a vários fatores, de acordo com especialistas (Foto: Divulgação)
Carne de porco tende a permanecer com o preço mais alto devido a vários fatores, de acordo com especialistas (Foto: Divulgação)

Com a disparada no preço da carne de boi, devido à abertura das exportações para a China, o preço das carnes de porco e de frango também subiram. Em supermercados da Grande Vitória, o lombo suíno temperado, por exemplo, já chega a custar R$ 31,90 o quilo. Nas bancadas de aves, o meio da asa temperado já bate na casa de R$ 24,90 o quilo.

Tanto o porco quanto o frango, além de serem alternativas para substituir a carne de boi, são mais procuradas para as festas de fim de ano, como lembrou o superintendente da Associação Capixaba de Supermercados (Acaps), Hélio Schneider.

“Os consumidores procuram mais as aves, frango, chester e pernil. E o mercado funciona de acordo com a oferta”, destacou.

Schneider disse ainda que a tendência é que o preço desses alimentos se estabilize depois das festas de fim de ano.

“O valor não vem mais para aquele preço que a gente estava acostumado. A tendência é que o preço permaneça como está hoje, porque com as exportações, a oferta da carne de boi continua abaixo da procura. Mas se o preço subir demais, não vende. Quando um produto sobe muito, o consumidor busca outras alternativas”, explicou.

Outros fatores também influenciam no preço das carnes, como o tempo de produção. Para um boi ir para o abate a idade mínima é de 1,5 a 2 anos. Considerando desde a prenhez da vaca, esse tempo sobe para 4 anos.

Já o porco, leva de 8 meses a um ano para ser abatido. O tempo de produção do frango, por sua vez, é de até 60 dias, o que traz mais segurança e estabilidade para o preço do produto.

“Algumas redes de supermercado estão com bom estoque de frango, por isso vão conseguir manter um bom preço por mais tempo”.

A economista Arilda Teixeira destacou que proteína animal é uma commodity. E que seu preço é cotado em dólar. “Com o dólar subindo, o preço sobe.”

Ela detalhou que o preço vai descer ou subir conforme o comportamento da taxa de câmbio – que é a quantidade necessária de reais para comprar um dólar – somada à reação do consumidor.

“A solução é substituir. Consumir outro produto, como o ovo”, indicou.


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