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Capixabas passam sufoco na Itália após avanço do coronavírus

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Capixabas passam sufoco na Itália após avanço do coronavírus


Carlos Magno e Elcio Teixeira viajaram para o Norte da Itália, mas viram o Carnaval da região ser cancelado (Foto: Acervo Pessoal)
Carlos Magno e Elcio Teixeira viajaram para o Norte da Itália, mas viram o Carnaval da região ser cancelado (Foto: Acervo Pessoal)

O avanço do coronavírus na Itália chamou a atenção de capixabas que moram no país ou viajaram durante o Carnaval. Há relatos de comércios fechados, medição de temperatura em aeroportos e até de furto de máscara descartável.

O especialista em Recursos Humanos Elcio Paulo Teixeira viajou, ao lado de Carlos Magno Bernabé, ao Norte da Itália para festejar, mas viu o Carnaval da região ser cancelado.

“Viemos no dia 18 e pretendíamos ficar até sexta-feira, mas no último sábado o número de casos teve um aumento assustador. Pontos turísticos foram fechados e tivemos de ficar trancados no hotel”.

Teixeira destacou a falta de máscaras e álcool em gel no país. Ele relata, inclusive, que teve uma máscara furtada em Veneza. “Eu trouxe mais de uma máscara. Um dia, fui tomar café, me distraí e furtaram a que eu usava. Na Itália está em falta. Uma loja ao lado do hotel vendia máscaras e teve uma fila de duas mil pessoas”.

A capixaba Michely Carvalho da Silva, 35, mora há 15 anos na Itália, e relata que estabelecimentos estão fechando mais cedo. “Ainda não teve casos onde moro, em Ostiglia, mas, por precaução, lojas estão fechando após as 18 horas. Muitas pessoas estão guardando mantimentos para semanas para não saírem de casa. É uma loucura. Algumas cidades até foram fechadas. Ninguém entra e ninguém sai”.

Michely também relatou que, com o surto do coronavírus, casos de xenofobia estão mais frequentes, em especial com chineses.

“Há casos de agressões físicas a estrangeiros, em especial chineses. Alguns italianos também culpam os latinos. Já havia muita xenofobia por aqui, mas o surto fez aumentar”.

Natural de Itarana e doutorando em Ciência de Alimentos na Universidade de Extremadura, Espanha, Denes do Rosário esteve em Pisa, também mais ao Norte da Itália, e em Milão. Ele relata que, ao chegar ao aeroporto, viu profissionais de saúde medindo temperatura.

“Estão medindo as temperaturas no aeroporto, isso mostra preocupação do governo. Mas boa parte da população faz pouco caso. Até provocam os turistas”.

No domingo, foi anunciado que Campeonato Italiano terá cinco dos 10 jogos da rodada sem torcedores por conta do aumento do surto. Um deles é o clássico Juventus x Inter de Milão, no domingo, em Turim.


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