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Campanha para arrecadar R$ 700 mil e abrir centro cirúrgico para pacientes de câncer de mama

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Campanha para arrecadar R$ 700 mil e abrir centro cirúrgico para pacientes de câncer de mama


O oncologista  Vitor Fiorin e a  mastologista Danielle Chambô: pacientes esperam de 5 a 6 meses por cirurgia (Foto: Beto Morais/AT)
O oncologista Vitor Fiorin e a mastologista Danielle Chambô: pacientes esperam de 5 a 6 meses por cirurgia (Foto: Beto Morais/AT)

Para zerar a fila de espera de pacientes com câncer de mama no Sistema Único de Saúde (SUS), médicos e empreendedores do Estado estão em campanha para a construção de uma nova sala de cirurgia no Hospital Santa Casa de Misericórdia de Vitória.

Atualmente, segundo a mastologista Danielle Chambô, são operados 10 pacientes por mês e a fila pode durar de cinco a seis meses. Em média, são de 50 a 60 pacientes à espera da cirurgia.

“Um dos objetivos do projeto é construir a sala de centro cirúrgico dedicada à cirurgia da mama. Hoje, a Santa Casa tem um centro cirúrgico que é dividido com outras especialidades. Cada uma tem um dia e horário para operar, e o nosso tempo de centro de cirúrgico não é suficiente para a demanda”, explicou a médica.

A mastologista relatou que foi doado um espaço pelo hospital para que o novo centro cirúrgico seja instalado.

“O que precisamos fazer é comprar todo o equipamento, pois temos apenas um espaço vazio”.

Além da sala de cirurgia, outras melhorias também estão previstas, como a compra de clipes de titânio, que auxiliam no tratamento do câncer de mama.

Danielle esclarece que o clipe é colocado no tumor e, nos casos onde o tratamento começa com a quimioterapia, mesmo que o tumor suma devido ao medicamento, os médicos saberão onde devem operar, possibilitando que a mama seja preservada.

O oncologista clínico Vitor Fiorin ressalta que outra meta da campanha Juntos pela Mama é a introdução das “toucas geladas” de forma inédita a pacientes do SUS, atendidos no hospital.

“Essa touca diminui a chance de a paciente perder o cabelo durante a quimioterapia. É uma questão de identidade, autoestima, de ela poder sair à rua sem sentir vergonha. Realmente, é cuidar do ser humano e da família”.

A meta da campanha é arrecadar R$ 700 mil para que, até o final de outubro, a sala de cirurgia seja inaugurada.

Além de doações, que podem ser feitas pelo site da campanha, também podem ser adquiridas canecas, camisas e máscaras, feitas em parceria com uma marca de roupas. Todo o valor será revertido para o projeto.


Precisou retirar a mama


Elisângela Rocha (Foto: Beto Morais/AT)
Elisângela Rocha (Foto: Beto Morais/AT)

No mês de março do ano passado, a dona de casa Elisângela Rocha, de 37 anos, descobriu um câncer na mama direita. “Cheguei a fazer a ultrassonografia, que não identificou nada. Em novembro, tive o diagnóstico de tumor maligno”.

A dona de casa começou a fazer quimioterapia, que reduziu o tamanho do tumor. Na cirurgia, foi preciso retirar toda a mama. Elisângela acredita que, caso o hospital tivesse o clipe de titânio, a mama poderia ter sido preservada.

Outubro Rosa será virtual este ano

Com a proximidade do mês de outubro, o movimento oficial Outubro Rosa, de prevenção ao câncer de mama, está organizando um movimento virtual.

Entre as atividades estão palestras de orientação com médicos, psicólogos e assistentes sociais. Nos anos anteriores, os palestrantes iam até as empresas e comunidades. Neste ano, os encontros serão em plataforma online.

Outra novidade é a abertura oficial do Outubro Rosa no Estado. “No dia 1º de outubro, teremos uma live de abertura”, anunciou a presidente da Associação Feminina de Educação e Combate ao Câncer (Afecc)-Hospital Santa Rita e coordenadora do Outubro Rosa no Estado, Marilucia Dalla.

O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres em todo o mundo.


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