Sabores e paisagens de Itarana encantam visitantes no ES
A cidade do povo alegre e hospitaleiro proporciona aos visitantes um roteiro que agrada aos olhos e ao paladar
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Na Região Turística dos Imigrantes, o município de Itarana, a aproximadamente 120 quilômetros de Vitória, é famoso pelo povo alegre e hospitaleiro. Entre serras e lavouras, caminhos levam a paisagens encantadoras e a sabores que agradam ao paladar e despertam memórias afetivas.
A cidade nasceu da força de imigrantes italianos e pomeranos, que chegaram à região e estabeleceram costumes que se tornaram tradições. A agricultura familiar, base da economia local, abre as portas para experiências que aproximam os visitantes da vida no campo.
O cultivo de café e de milho marca a cultura local. Anualmente, é realizado, por exemplo, o Tombo da Papa, para celebrar a iguaria típica da cidade. Tem até um projeto de lei em tramitação na Assembleia Legislativa do Espírito Santo para conceder ao município o título de Capital Estadual da Papa de Milho.
Os sabores tradicionais de Itarana também vêm do leite, com os queijos produzidos na Fazenda Lamberti, em Matutina, e das frutas que são transformadas em polpas pela família Covre, em Baixo Sossego. Em Santo Antônio do Sossego, mulheres da Amei, a Associação de Mulheres Empreendedoras de Itarana, entre as quais estão a Áurea Helena Herzog da Silva e a Ivany Ramos Covre, fazem biscoitos, doces, pães e salgados, que moradores e turistas podem comprar à vontade.
E, enquanto os sabores conquistam pelo paladar, as paisagens encantam pelo olhar. Itarana, do tupi, significa “Pedra da Onça”, cartão-postal do município. A 1028 metros de altitude, ela domina a paisagem e atrai visitantes que buscam emoção e lazer em contato com a natureza. É possível chegar ao topo em uma trilha formada na própria pedra. Admirá-la é um dos passatempos de quem visita a Estância Pedra da Onça, que também oferece pesque e pague, passeio de pedalinho, gastronomia e hospedagem em meio à natureza.
Outra paisagem sensacional avista-se ao subir até a Capela de Santa Luzia, no limite de Itarana com Santa Teresa. Em cima de uma rocha, a 935 metros de altitude, o templo tornou-se ponto de fé, história e contemplação. A celebração mais tradicional ocorre por lá sempre no dia 13 de dezembro, quando devotos se reúnem para homenagear Santa Luzia.
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