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Caçadora de mistérios, óvnis e histórias

Entretenimento

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Caçadora de mistérios, óvnis e histórias


Carol: “Diria que onde há fumaça, há fogo, e não podemos ignorar os sinais” (Foto: Divulgação)
Carol: “Diria que onde há fumaça, há fogo, e não podemos ignorar os sinais” (Foto: Divulgação)

Amebas assassinas, aliens sugadores de energia, previsões sinistras, teorias da conspiração… Não, não são enredos de filmes de terror. Trata-se do conteúdo dos vídeos mais acessados da empresária e youtuber paulista Carol Capel, 31 anos.

Com cerca de dois milhões de inscritos no seu canal do YouTube, ela conta que sempre se interessou por casos misteriosos e sobrenaturais.

Apesar de ser formada em Finanças, pós-graduada em Marketing e também dar aulas online de Inglês, Carol diz que, na hora de gravar seus vídeos, o que contam são suas experiências e as de seus seguidores, pois.

Um dos vídeos de maior sucesso é o que ela fala sobre mistério em um parque aquático nos Estados Unidos, que teria sido fechado por causa de uma ameba que estaria causando uma doença letal.

Atualmente, Carol mora na Cracóvia, na Polônia, com o marido, Marcelo. Ela se estabeleceu por lá ao se apaixonar pelo lugar, após uma viagem a passeio.


Carol Capel | Youtuber
“Existem coisas que não possuem explicação”


AT2: De onde surgiu a paixão pelos mistérios e fenômenos extraterrestres?
Carol capel: Sempre gostei do tema, mas tinha muito medo. Depois de ter vivido na Itália e em uma cidade de praticamente 50 habitantes, no topo de uma montanha, vários fenômenos, principalmente óvnis, começaram a acontecer, não só na minha vida, mas também na do meu marido. Então, eu juntei algo que eu já gostava, que era o sobrenatural, com os materiais e as coisas que aconteciam comigo.

Fez algum curso relacionado a fenômenos sobrenaturais? Acredita que tem bagagem suficiente para discutir o assunto?
Não fiz. Religiões e dogmas tentam explicar esses fenômenos. Mas acredito que experiências com o sobrenatural ensinam mais do que qualquer “curso”.

Não há teoria que sobreviva à prática neste caso, infelizmente. E, quanto às experiências, essas, sim, eu tenho muitas. E eu não baseio meus vídeos apenas nas minhas experiências, mas também nas dos meus seguidores.

Acredito que quando existe uma história boa, ela precisa ser contada e passada para frente, pois a aflição sobrenatural de um pode ser a de muitos outros.

Tem gente que acha que seus vídeos são especulações. O que diria para essas pessoas?
Diria que onde há fumaça, há fogo, e não podemos ignorar os sinais. Então, eu trato tudo sempre oferecendo o benefício da dúvida. Provocando as pessoas para que elas prestem atenção naquilo que está ao seu redor e que nem tudo pode ser explicado pela física e pela matemática neste planeta.

Existem coisas que não possuem explicação. E essa é a graça do sobrenatural. Ser algo que precisa ser descoberto. E é isso que me move a continuar falando.

Seus vídeos são polêmicos. Já sofreu represálias?
Eu sofro sempre. É sempre um esforço maior para conseguir fazer com que o conteúdo seja entregue para os seguidores. Pessoas na internet falam sempre o que querem, munidas do sigilo. Isso não me incomoda.

Qual o caso misterioso que relatou no YouTube que mais lhe impressionou?
Certamente, o caso sobre o parque aquático que fechou por motivo de protozoários mortíferos na água. O vídeo é um dos mais acessados do canal porque é uma investigação do caso.


O que ela diz


Ameba mortal
“Eu descobri assistindo aos vídeos de pessoas que entraram no parque aquático abandonado, mesmo sem permissão, e principalmente pelos burburinhos de funcionários. A abertura do parque ocorreu em junho de 1976. Em novembro de 2001, ele fechou para manutenção e nunca mais reabriu. O verdadeiro motivo é porque houve mortes associadas com a água, que estava contaminada. Existe uma ameba que se alimenta de tecido cerebral em lagos da Flórida, conhecida cientificamente como Naegleria Fowleri, e tem um vídeo no meu canal que conta toda essa história com detalhes. O parque está abandonado até hoje”.

Relatos
“Algumas pessoas relatam estar passando por períodos de doenças, desde depressão até tratamentos oncológicos, e que passaram o tempo assistindo aos meus vídeos e que isso, de certa forma, lhes fez bem. Eles conseguiram sair de um momento de crise. Isso é muito gratificante.”

Paixão por animais
“Ajudo uma protetora independente, em São Paulo, que cuida de 70 animais abandonados e vítimas de maus-tratos, resgatados da rua”.


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