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Brasil

Tebet: Não vão faltar recursos e orçamento para combater problema de incêndios


A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, informou que, na quarta-feira, 26, a Junta de Execução Orçamentária (JEO) deve discutir a liberação de créditos extraordinários para o combate aos incêndios no Pantanal e na Amazônia.

De acordo com a ministra, os Ministérios do Meio Ambiente, da Defesa, do Desenvolvimento Regional, dos Transportes e demais pastas pretendem apresentar os custos a mais que serão necessários para a análise da JEO.

"Quarta-feira tem JEO. Quarta-feira, nós estaremos trazendo também quais são os possíveis créditos extraordinários que porventura serão necessários para que não faltem recursos para o combate ao fogo", declarou, em coletiva de imprensa.

Tebet afirmou que os ministérios já fazem uso dos seus orçamentos em relação à situação e que ainda mapeiam quais os gastos devem extrapolar os seus limites. O Planejamento ainda não recebeu nenhum pedido e não tem informação sobre o tamanho do crédito.

Na ocasião, a ministra reforçou que "não faltarão recursos do governo federal" para socorrer essas regiões. Segundo ela, o espaço orçamentário para o crédito extraordinário será "o necessário para resolver a questão ambiental".

Segundo ela, os créditos são possíveis a partir das decretações de emergência ambiental. As verbas auxiliarão na contratação de brigadistas e combatentes e na obtenção de água.

"É claro que isso impacta no primário, é claro que tem toda uma consequência orçamentária, mas nos permite gastar aquilo que é necessário, com responsabilidade", disse a ministra. "Estamos falando de valores muito inferiores ao do Rio Grande do Sul, infinitamente menores, até porque ali é uma questão muito específica e localizada."

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que o governo está "agindo com cuidado com a finança pública", mas que há "cuidado maior com o bioma".

Na sexta-feira, 28, Tebet, Marina e demais ministros pretendem visitar o município de Corumbá (MS) para analisar os impactos dos incêndios. A decisão ocorreu após uma reunião de uma "sala de situação", no Palácio do Planalto, nesta tarde, onde também participou o ministro do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes.

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