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Brasil

Polícia prende Batata, apontado como chefe do PCC, um ano após soltura pelo STJ


A Polícia Militar de São Paulo prendeu, neste sábado, 29, Leonardo Vinci Alves de Lima, conhecido como Batata, apontado como um dos líderes do crime organizado no Estado. O traficante condenado passou quatro anos preso, mas foi colocado em liberdade no ano passado, após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A prisão foi efetuada por uma equipe das Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota) em Mongaguá, no litoral paulista, durante uma confraternização familiar. Junto do procurado, os policiais encontraram dinheiro em espécie e um documento de identidade falsificado.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), Batata ocupa função de liderança na organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), sendo responsável por coordenar o tráfico de drogas na comunidade de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo.

Em 2020, Batata foi condenado pela Justiça a 10 anos de prisão por tráfico de drogas, depois de ser flagrado com 2 kg de cocaína por policiais militares na Vila Andrade, zona sul da capital paulista, no ano anterior. Em junho de 2023, porém, a condenação foi anulada pelo ministro Sebastião Reis Júnior, do STJ, que considerou as provas irregulares.

No entendimento do ministro, a busca pessoal feita pelos policiais que o prenderam foi motivada unicamente pelo nervosismo do suspeito durante a abordagem. Por esse motivo, acabou anulando as provas e mandou soltar o suposto líder do PCC, que cumpria pena na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, no interior.

Posteriormente, a Sexta Turma do STJ decidiu restabelecer a condenação, e Batata passou a ser considerado foragido.

Ele deve ser encaminhado a alguma penitenciária de segurança máxima para cumprir pena. A Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) foi procurada, mas não informou se a unidade já foi definida.

O criminoso é um dos 175 acusados no maior processo da história contra o PCC, aberto em 2013 após denúncia do Ministério Público Estadual. Na época, interceptações telefônicas identificaram que Batata atuava como intermediário entre a cúpula da facção e demais chefes em prisões e nas ruas.

Procurada, a defesa de Lima disse que ele é inocente e que a prisão ocorreu fora do horário permitido. O advogado Pedro Andrey Campos Rodrigues também afirma que o documento falso não foi utilizado, e que o suspeito não pode ser responsabilizado penalmente por isso.

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