X

Olá! Você atingiu o número máximo de leituras de nossas matérias especiais.

Para ganhar 90 dias de acesso gratuito para ler nosso conteúdo premium, basta preencher os campos abaixo.

Já possui conta?

Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo

Brasil

Padrasto que matou criança diz ter batido na menina 'como se estivesse batendo em um homem'


Carlos Henrique Silva, de 30 anos, confessou ter assassinado a enteada de três anos no domingo, 14. Ele admite ter batido na criança "como se estivesse batendo em um homem". A declaração foi dada durante audiência de custódia, que converteu a prisão em flagrante em preventiva nesta terça-feira, 16.

Segundo o despacho do juiz Bruno Rodrigues Pinto, da Comarca de Benfica, do Rio de Janeiro, o preso detalhou "de forma assustadora" os detalhes do crime.

Lara Emanuelly Braga da Silva morreu dentro da residência em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, em razão dos ferimentos causados pelas agressões. O padrasto admitiu o crime após ter sido preso em flagrante e alegou ter agredido a menina porque ela não queria tomar banho.

A decisão judicial detalha que a menina foi vítima de tapas e pelo menos quatro chutes durante o banho, dentro do box do banheiro. A violência dos golpes fizeram com que a criança batesse a cabeça contra a parede do banheiro diversas vezes.

Lara foi agredida por cerca de 40 minutos, conforme afirmou o próprio acusado ao juiz. No despacho, o magistrado classifica a ação como "extremamente cruel, brutal e violenta".

Carlos Henrique Silva vai responder pelo crime de homicídio qualificado, já que não houve chance de defesa por parte da vítima.

O caso foi registrado na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). A Polícia Civil apura se há um histórico de agressões contra a criança. A mãe da menina não estava na residência no momento do crime e não é considerada cúmplice pela polícia até então.

O Estadão não conseguiu localizar a defesa de Carlos Henrique Silva.

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Leia os termos de uso

SUGERIMOS PARA VOCÊ: