X

Olá! Você atingiu o número máximo de leituras de nossas matérias especiais.

Para ganhar 90 dias de acesso gratuito para ler nosso conteúdo premium, basta preencher os campos abaixo.

Já possui conta?

Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Assine A Tribuna
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo

Brasil

Hospital de Canoas, no RS, tomado por enchente não tem previsão de reabertura


Invadido pela água da enchente há quase três semanas, o Hospital Pronto Socorro de Canoas, no Rio Grande do Sul, não tem data para reabrir. Como a inundação ainda não baixou completamente, a administração da unidade ainda não consegue sequer mensurar o tamanho da destruição.

Em uma sala de emergência, a marca na parede indica que a água atingiu altura de aproximadamente 2 metros, cobrindo macas, monitores cardíacos e outros equipamentos médicos.

Uma outra área, onde a água ainda batia na altura do tornozelo, estava completamente revirada por causa da inundação. Além dos rastros de lama em móveis e equipamentos, havia lixo e outros materiais boiando na água suja.

A enchente também tomava conta do pátio externo à unidade, atingindo três ambulâncias na altura das rodas. Os veículos, que ficaram estacionados no local nas últimas semanas, têm marcas até o topo do para-brisa - indicativo da altura máxima atingida pela inundação.

Quando a água invadiu o local, no último dia 4, dezenas de pacientes tiveram que ser removidos às pressas para outras unidades de saúde, entre eles 80 pessoas que estavam internadas na UTI. Para a evacuação, foram utilizados barcos e um helicóptero.

A hospital fica no bairro Mathias Velho, o mais populoso de Canoas, que foi completamente inundado após rompimento de um dique, em razão das fortes chuvas que atingiram a região. Especializado em traumas, o hospital realizava em média 4,2 mil atendimentos por mês, sendo referência do SUS para 102 cidades gaúchas.

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Leia os termos de uso

SUGERIMOS PARA VOCÊ: