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Colunista

Redação A Tribuna

Aumento de tarifa questionado

Jornal A Tribuna | 27/01/2022, 09:34 09:34 h | Atualizado em 27/01/2022, 09:35

“Por que as empresas  de ônibus  aumentaram  as tarifas do sistema de transporte metropolitano, se não sofrem mais com assaltos, já que o valor é pago com cartão?”, questiona o empresário Marcos Aurélio Lima de Azevedo, que reside no bairro Santa Inês, em Vila Velha.

Imagem ilustrativa da imagem Aumento de tarifa questionado
 

Segundo ele, além disso, mesmo diante da redução do número de assaltos a coletivos, os ônibus não contam mais com trocadores, o que, por si só,  representaria economia com o pagamento se salários, férias e demais encargos trabalhistas.

“Com tanta redução de despesas, as empresas deveriam ter adiado esse aumento da passagem, uma vez que o índice de desemprego aumentou consideravelmente na pandemia. Moralmente, deveriam diminuir as tarifas, diante da economia gerada aos cofres de todas as empresas que integram o sistema Transcol, e não aumentar a passagem. Sem falar na elevação do pedágio”, destaca.

A Ceturb-ES informa que o aumento anual de tarifa, sempre no mês de janeiro, está previsto no contrato de concessão do Transcol.No contrato, está definido que os reajustes obedecem a uma fórmula de cálculo que leva em consideração custos como mão de obra, combustível, veículos e inflação.

Desde o último reajuste, em janeiro de 2021, a variação foi de 11,08% para salários; em média, 50% para o diesel; 16,92% para veículos; e 17,17% do IGP-DI.  Os cobradores afastados não foram demitidos: foram remanejados para outras funções ou aderiram ao plano de demissão voluntária.

A Ceturb lembra ainda que a frota vem sendo renovada, com veículos equipados com ar-condicionado e tecnologia embarcada, como wi-fi, bilhetagem e câmeras, para melhorar a qualidade do serviço prestado.

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